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No fundo, Arraes sempre sonhou em ser o Getúlio Vargas do Nordeste

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“Minha vida todo mundo pode saber, pois nunca gostei de dinheiro para ter muito dinheiro. Gosto de dinheiro para gastar. Para gastar, todo mundo gosta. Mas, para ter dinheiro… Dinheiro é uma coisa perigosa. Na mão de um homem público é um desastre”. Disse Arraes

Por Magno Martins

Na reta final do seu segundo Governo em 1990, o ex-governador Miguel Arraes (PSB), naquela época sem o direito de disputar reeleição, foi fortemente pressionado pelas forças que trabalhavam a candidatura de Jarbas Vasconcelos (PMDB) a governador para tentar o Senado.  O entendimento era que a sua presença na chapa majoritária, além de fortalecer o projeto da permanência das esquerdas no poder, transformava em pó as versões que corriam nos bastidores de que já estava com uma pulga atrás na orelha com Jarbas.

Arraes, na verdade, nunca quis saber do Senado. Certa vez, num tom de brincadeira, me respondeu que senador era coisa de quem estava ficando velho, o que não era o seu caso. E deu uma sonora gargalhada! O velho mito achava que em eleição majoritária o carro-chefe é o candidato a governador e não a senador.

E combatia o personalismo exageradamente em cima da sua pessoa: “Acho que o personalismo em política é um erro. Nós devemos é lutar para que surjam quadros novos. A posição de chefe, em política, é um grave defeito, um grave erro”, dizia. Bom de prosa e bem-humorado quando queria ser agradável, Arraes era um político que também não dava importância a rótulos.

“Nunca me preocupei com rótulos. O rótulo de radical, conciliador, não tem nenhum sentido para mim, como não tinha sentido me chamarem de comunista no passado. O que importa é a prática política; o que importa são os posicionamentos que se tomam ao lado de determinadas camadas sociais em defesa de teses que interessam à Nação como um todo”, ouvi dele em uma entrevista.

Certa vez, quis saber dele o que pensava sobre ideologia. “Não defendo nem um Estado mínimo nem máximo. Defendo e luto, isso sim, por um Estado que, a partir de suas peculiaridades, cumpra suas finalidades públicas”, respondeu. Mais tarde, li numa revista um desabafo dele sobre as versões que corriam de que teria enriquecido no exílio.

“Minha vida todo mundo pode saber, pois nunca gostei de dinheiro para ter muito dinheiro. Gosto de dinheiro para gastar. Para gastar, todo mundo gosta. Mas, para ter dinheiro… Dinheiro é uma coisa perigosa. Na mão de um homem público é um desastre”. Arraes era assim e não entrava em bola dividida como lembra o ex-deputado Maurílio Ferreira Lima, com quem conviveu bastante no exílio.

“Arraes nunca entra em canoa furada, nem segura alça de defunto ruim”. A frase de Maurílio se coaduna perfeitamente com o que ouviu o companheiro José Adalberto Ribeiro, o hoje jornalista bicho-grilo, durante a entrevista bombástica que o ex-governador deu a ele sepultando de vez qualquer esperança de Jarbas de tê-lo na chapa como candidato a senador em 1990.

“Em meio a uma sessão de pigarros, Arraes chamou seu assessor de Imprensa, jornalista Ítalo Rocha, e pediu que me convidasse para trocar figurinhas no restaurante Lobster, que na época funcionava às margens do Rio Capibaribe, na Av. Ruy Barbosa. E lá vamos nós. Além de Ítalo, assessor rochedo, a entrevista foi testemunhada também, discretamente, pelo filósofo escocês Johnnie Walker, o andarilho.

E então, por que não o Senado? O mito temperou a garganta, encarou o filósofo Johnnie Walker e começou a destilar seus argumentos. Disse mais ou menos o seguinte, se não me falha a retentiva: numa eleição majoritária o carro-chefe deve ser o candidato a governador, no caso Jarbas Vasconcelos, e não ele, Arraes, humilde ex-governador. Então, por mais honrosa que fosse a lembrança do seu nome, gostaria que “o doutor Jarbas” (assim ele se referia), comandante da chapa, indicasse outro nome. De sua parte preferia disputar apenas um lugarzinho como deputado federal numa modesta chapinha do seu partido o PSB.

Mesmo sensibilizado com o honroso convite do doutor Jarbas, o mito desistiu da honraria de concorrer ao Senado em confronto com o já senador Marco Maciel. Assim aconteceu. Figura impoluta, o então deputado estadual José Queiroz (PDT) aceitou o sacrifício de ser candidato ao Senado pela chamada Frente Popular em disputa com Marco Maciel, candidato à reeleição.

O doutor Arraes, o filósofo Johnnie Walker, o assessor Ítalo Rocha e José Adalberto Ribeiro degustaram lagostas e outros bichos da fauna política desde o meio-dia até às três da tarde no restaurante Lobster, às margens plácidas do rio das capivaras. No final da semana, um domingo de abril, o editor-chefe do DP, jornalista Lucio Costa, estampou em manchete: “Arraes desiste de ser candidato ao Senado na chapa de Jarbas”.

O gesto de Arraes foi interpretado como um pulo do gato para deixar Jarbas sozinho no meio do boi de fogo. O mito meteu os peitos e montou sua chapinha a deputado federal pelo PSB.        Joaquim Francisco foi eleito governador com 1.238.326 votos contra 1.088.365 votos de Jarbas Vasconcelos.

Maciel foi reeleito para o Senado com 910.802 votos contra 840.866 votos de José Queiroz. Queiroz ficou inconsolável com a derrota e brigou na justiça eleitoral. O fato mais inusitado da campanha de 1990 foi a consagração da chamada chapinha federal liderada pelo mito. Mais votado candidato federal do PSB naquele ano, com 339.158 votos na cabeça, Arraes emplacou as vitórias de Luís Piauhylino, 14.870 preferências populares e mais Renildo Calheiros, com 4.469 votinhos, Álvaro 3.734 pingados nas urnas e Roberto Franca, com uma merreca de 3.256 eleitores.

A chapinha do PSB sacrificou os chamados históricos do PMDB, a exemplo de Cristina Tavares, Egydio Ferreira Lima, Osvaldo Lima Filho e Fernando Lyra e este, diferente dos ressentidos, nunca manifestou mágoas em relação a Arraes.

Será que Francisco Julião tem razão quando disse que Arraes é um produto de circunstâncias históricas e que conseguiu projeção política apenas por causa da sorte? Prefiro ficar com a sua segunda definição sobre o mito.

“No fundo, Arraes sempre sonhou em ser o Getúlio Vargas do Nordeste”.

Araripina realiza peneirão neste sábado (01), de olho em reforços para a Série A2

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Segundo o técnico Cleibson Ferreira, os atletas que se destacarem serão integrados ao elenco do time. Para participar da seleção, é preciso pagar uma taxa de R$10,00.

Do G1 Petrolina

Nesse sábado o Araripina realiza uma peneira no estádio Chapadão do Araripe. A seletiva, destinada para jogadores nascidos até o ano de 1993, é a oportunidade do técnico Cleibson Ferreira encontrar peças que possam fazer parte do elenco do Bode que vai disputar a Série A2 do Campeonato Pernambucano.

– Quando se vai para avaliações, a gente vai na esperança de encontrar alguma peça que se destaque. As vezes você pensa em um atacante e, quando chega na hora, encontra um zagueiro. Nosso grupo está adiantado, mas aquele jogador que se sobressair, nós vamos querer – explica Cleibson.

A peneira será o último passo antes da apresentação do elenco, que está marcada para o domingo. Após algumas polêmicas sobre a participação do Araripina no Pernambucano, Cleibson comemora a chance de poder começar a trabalhar efetivamente com o grupo.

–  Graças a Deus vamos poder dar início ao trabalho com o grupo – afirma o treinador

Ao que me consta, Jarbas não é candidato, diz Paulo Câmara

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“As reeleições dos prefeitos do nosso partido e do nosso campo político são prioridades”, disse o governador.

Por Paulo Veras do Jornal do Commercio

O governador Paulo Câmara (PSB) minimizou, nesta sexta-feira (31), as especulações de bastidor de que o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) pode disputar a Prefeitura do Recife em 2016 contra o prefeito Geraldo Julio (PSB).

“Pelo que me consta, ele não é candidato. Se ele for candidato, eu tenho certeza de que ele vai conversar comigo. Mas as nossas conversas têm sido no sentido de que ele não é candidato”, afirmou o governador, em entrevista à Rádio Jornal.

 “Temos certeza de que em 2016, um processo de diálogo, de transparência, de união e de vontade de fazer um Pernambuco melhor vai prevalescer em todos os atores. E nós vamos estar juntos, todos nós, em 2016, para continuar essa história de melhorar o Estado e as nossas cidades”, disse ainda o socialista, que teceu vários elogios ao peemedebista.

Apesar de repetir que só tratará das eleições municipais no próximo ano, Paulo Câmara garantiu que vai conversar com todos os partidos e aliados para buscar unidade na composição dos palanques.

“Eu não posso omitir que nós temos projetos para 2016. E nós temos prioridades. As reeleições dos prefeitos do nosso partido e do nosso campo político são prioridades”, disse o governador.

Paulo Câmara também prometeu usar a sua liderança política para defender o seu grupo político e os interesses do PSB.

Camargo Corrêa confirma cartel em Angra 3 e entrega outras empreiteiras

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Construtora se comprometeu em acordo de leniência com Cade e Ministério Público a entregar provas sobre irregularidades.

O Globo

SÃO PAULO — A Camargo Corrêa se tornou nesta sexta-feira a primeira grande empreiteira investigada na Operação Lava-Jato a fechar acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Confessou ter participado de cartel para viciar contratos de R$ 3 bilhões das obras da usina nuclear de Angra 3, e denunciou seis outras participantes do conluio, num esquema semelhante ao descoberto na Petrobras: Andrade Gutierrez, Odebrecht, Queiroz Galvão, EBE, Techint e UTC. A empreiteira também delatou 22 executivos das empresas que teriam participado do esquema de pagamento de propinas em troca de vantagens para o consórcio em licitações e contratos.

O Ministério Público Federal participou do acordo. O processo no Cade trata apenas da prática de cartel. A Controladoria Geral da União (CGU) examina pedidos de acordos de empreiteiras que querem evitar a perda de contratos com o setor público, mas nesse caso há a exigência de reconhecimento de outros crimes.

Segundo a Camargo Corrêa, representantes da UTC e da Odebrecht, Antonio Miranda e Henrique Mendes Neto, respectivamente, tinham “papel de destaque” no cartel e faziam os contatos com a Eletronuclear, inclusive na “área política”. Os contatos eram o vice-almirante Othon Pinheiro da Silva, então presidente da estatal, e Miguel Colasuonno, ex-prefeito biônico de São Paulo que presidiu o conselho de administração da empresa e morreu em 2013. Othon Silva foi preso na última terça-feira. Colasuonno era do PMDB. Entre os contatos na Eletronuclear foi citado ainda Luiz Manuel Amaral Messias, superintendente da estatal, identificado como “Dr. Salvador”.

A Camargo Corrêa contou que o auge do cartel se deu entre outubro de novembro de 2013, mas que as negociações entre os dois consórcios montados para fraudar a licitação, o UNA3 e o Angra3, perduraram até setembro do ano passado. Os dois consórcios se uniram num só, o Angramon. Valter Cardeal, diretor de Geração da Eletrobras, teria questionado Othon Silva sobre os valores do contrato, que teriam ficado “acima do esperado”. Cardeal pediu desconto de 20%, mas o percentual acabou em apenas 6%. A suspeita é que o então presidente da Eletronuclear tenha agido em defesa do cartel em troca de R$ 4,5 milhões. Ele nega. 

Hugo Motta questiona Catta Preta e afirma que depoimento está mantido

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Deputado diz que Catta Preta pode dizer na CPI quem a ameaça

Por Claudio Humberto/Diário do poder

O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB) concedeu uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (31) para comentar as declarações da advogada Beatriz Catta Preta.

Motta disse que a Comissão abre espaço para que a advogada aponte o autor da ameaça, “Catta Preta tem que esclarecer quem está ameaçando a sua família. Tem que ir à Polícia Federal, polícia do estado. A CPI quer saber quem está ameaçando. A CPI não ameaça ninguém”.

O deputado também afirmou que estranha o fato da criminalista ter declarado que está sendo ameaçada e não apresentar nenhum fato concreto, “Isso leva a questionamentos de que ela usa a vitimização para não explicar a origem dos seus honorários. Essa vitimização não vai intimidar a CPI”.

Juiz libera parcialmente o matadouro público de Araripina

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O matadouro deverá funcionar apenas um dia por semana, até o término das obras.

Do Blog do Dante Arruda

O juiz  Dr. Demetrius Liberato, que está acumulando a 1ª e 2ª varas cíveis de Araripina, liberou parcialmente os trabalhos no matadouro público do município, continuando  a proibição para o abate de animais de pequeno porte  (caprinos e ovinos), mediante a condição do funcionamento do matadouro, apenas um dia por semana, até o término das obras.

Assim, o juiz ainda concedeu ao município, que a administração deverá apresentar até o dia 29/10/2015, relatório conclusivo das obras.

Caso as obras sejam concluídas antes do prazo estipulado pelo judiciário, o matadouro será liberado totalmente, para o abate e também para animais de pequeno porte.

Obra da UPAE de Araripina adiantada mesmo com atraso do repasse das verbas

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O ministério da saúde atrasou o repasse da verba, gerando atraso na obra.

ACE – Divulgação

Com o valor da obra orçada em mais de dois milhões de reais a UPAE de Araripina no sertão pernambucano, está como se diz na obra, toda na altura do pé direito, é mais uma grande obra da saúde para cidade, que atende também parte do Piauí e Ceará. Obra que era para ser entregue no mês de junho de 2015, mas devido ao atraso nos repasses, não será concluída na data.

O ministério da saúde atrasou o repasse da verba, o que consequentemente gerou um atraso significativo na obra.

Veja data e valores repassados pelo Ministério da Saúde:

30.08.2013………..220.000,00

11.03.2015……..1.760.000,00

Pagamentos efetuados a empresa Ronaldo Modesto de Sousa & Cia Ltda.

R$ 171.660,00

R$   73.303,42

Governador revela que sem verba do SUS não pode entregar UPAE quase prontas

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Câmara revelou que, em Pernambuco, a questão da defasagem da tabela do SUS se tornou um fator determinante.

Por Fernando Castilho

O governador Paulo Câmara admitiu, nesta sexta-feria, ao participar de um debate no programa Super Manhã com Geraldo Freire, na Rádio Jornal, que não tem como concluir e colocar em operação as sete UPAE que estão sendo construídas – quatro delas integralmente prontas – porque não tem recursos para operá-las. O mesmo argumento foi usado por ele para não concluir e entregar o Hospital a Mulher do Agreste que está pronto e poderia ser entregue em pouco tempo.

O governador admitiu que as obras dependem de recursos que, hoje, o estado de Pernambuco não tem. Segundo o governador, Pernambuco já gasta com o setor de saúde 16% de sua Receita Corrente Liquida quando, pela constituição, deve gastar apenas 12%.  Apesar disso, advertiu Paulo Câmara, não é suficiente.

Ele revelou que, em Pernambuco, a questão da defasagem da tabela do SUS se tornou um fator determinante. “Temos um problema pelo aumento da nossa oferta, disse Câmara. Nós construímos e inauguramos mais hospitais e mais UPAS, entretanto o SUS nos paga muito pouco e sem perspectiva de algum reajuste.

O governador disse que, hoje, não há como entregar as novas unidades porque o SUS, também, não está credenciando novas unidades no Brasil. Isso nos impediria financeiramente pois sem credenciamento não haveria como opera-las.

Isso significa que as unidades ficarão prontas até que o caixa melhore. O governador também revelou que hoje tem um problema sério nas unidades em operação porque elas estão cheias de pacientes vítimas de acidente de transito.

Hoje. Disse Paulo Câmara, Pernambuco tem um problema diferenciado pois a ocupação de leitos, por vítimas de acidentes, impede que os pacientes de cirurgias eletivas possam ter suas cirurgias marcadas retardando o tratamento.

Novela sem fim: Humberto consegue segurar João Bosco no comando 3ª SR da Codevasf

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O senador entrou em contato, por telefone, com o ministro Aloísio Mercadante, que tornou o ato sem validade.

Por Carlos Britto

A novela em que se transformou o comando da 3ª Superintendência Regional (SR) da Codevasf em Petrolina parece não ter fim. Após o presidente da Companhia, Felipe Mendes, mandar publicar a exoneração de João Bosco Lacerda de Alencar (foto), que ocupa o cargo, o líder do PT no Senado, Humberto Costa, novamente se mobilizou para evitar que o fato fosse consumado.

Segundo informou a assessoria de Humberto, o senador entrou em contato, por telefone, com o ministro Aloísio Mercadante, que tornou o ato sem validade. A exoneração de João Bosco já tinha sido publicada na manhã de hoje (31).

No último dia 13, Mendes exonerou pela primeira vez João Bosco, mas dois dias depois a decisão foi anulada com a interferência do senador. João Bosco está à frente da 3ª SR Codevasf desde fevereiro do ano passado. O nome do superintendente foi sugerido por Humberto e referendado pelos petistas em Pernambuco.

O PT está numa disputa com o PP para manter o comando da superintendência da Codevasf em território pernambucano desde que o ministro Gilberto Occhi foi nomeado para comandar o ministério da Integração Nacional. Occhi é ligado ao PP, como é também o presidente da Codevasf, Felipe Mendes.

Paulo Câmara esnoba ajuda de Armando.“Sou governador. Não preciso de intermediários”

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 “Tenho as portas abertas em Brasília, nos ministérios onde eu preciso ir”, disse o governador.

Do Blog do Jamildo

O governador Paulo Câmara (PSB) acabou dando uma esnobada básica no ministro Armando Monteiro Neto (PTB), depois de uma provocação do comunicador Geraldo Freire, em entrevista na Rádio Jornal, nesta sexta-feira (31).

Em conversa anterior, Armando criticou a falta de articulação do governador e disse que não está havendo comunicação entre o ministério e o governo. Armando reclamou, também, que Paulo Câmara passava em Brasília e não ia a seu gabinete nem pedia sua ajuda junto ao governo federal.

Paulo Câmara acabou pegando ar e deu uma resposta mais ácida, fugindo ao seu estilo mais comedido. “Tenho as portas abertas em Brasília, nos ministérios onde eu preciso ir. O cargo de governador exige isto, conversa direta, olho no olho. Não preciso de intermediários para defender os interesses de Pernambuco”, ressaltou.

Em meio a resposta, o socialista disse ainda que vai precisar da ajuda do ministro de Dilma para tratar das concessões que estão em discussão com o governo Federal para Suape.

Lei determina emplacamento de cinquentinhas em Pernambuco

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Todas as cinquentinhas devem sair das lojas emplacadas a partir de agora.

Do Diário Oficial

Foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (31) uma lei que determina que todas as cinquentinhas saiam das lojas emplacadas a partir de agora. Além disso, os condutores também deverão possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), na categoria A, e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) para guiar os ciclomotores. O procedimento para o emplacamento será o mesmo dos outros veículos.

A lei não é retroativa, portanto, quem adquiriu cinquentinhas até essa quinta-feira (30) deverá apenas apresentar a CNH e a nota fiscal do veículo, caso seja parado em blitz, até que seja publicada uma resolução que determine os prazos para regulamentação deles. Segundo o Detran-PE, com a publicação dessa lei os guardas municipais de trânsito e o Detran irão fiscalizar com mais rigor os ciclomotores de 50cc.

Presidente da Codevasf decide exonerar João Bosco da 3ª SR em Petrolina

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 Os interesses partidários prevaleceram, uma vez que o PP pretendia a 3ª SR.

Por Carlos Britto

Quem pensou que a disputa política pela 3ª Superintendência Regional (SR) da Codevasf, em Petrolina, havia encerrado, enganou-se. O presidente da Companhia, Felipe Mendes, decidiu exonerar o atual titular da 3ª SR, João Bosco Lacerda de Alencar, do cargo.

O nome de João Bosco vinha sendo defendido pelo PT, que tinha a indicação da 3ª SR. O líder do partido no Senado, Humberto Costa, ainda conseguiu suspender, este mês, a exoneração de João Bosco, que até já havia sido publicada no site do Ministério da Integração Nacional – pasta da qual a Codevasf está vinculada.

Divanágoras Holanda nega que perdeu controle de partido para Raimundo Pimentel

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O médico arfimou também, que continua firme e forte no grupo do prefeito Alexandre Arraes.

Por Roberto Gonçalves/Foto:Carlos Lima

Em entrevista ao radialista Martinho Filho na manhã desta sexta-feira (31), na rádio Arari FM, o médico e político Divanágoras Holanda, arfimou que continua no grupo do prefeito Alexandre Arraes e disse que se não fosse a ajuda da prefeitura do município, seria praticamente impossível a emergência do Hospital Santa Maria continuar atendendo a população da região.

Com relação ao Centro de Hemodiálise que está sendo construído no Hospital e Maternidade Santa Maria, o médico informou que a estrutura física está quase pronta, faltando muito pouco para sua conclusão. Segundo Dr. Divanágoras, é possível que ainda este ano, o Centro de Hemodiálise esteja funcionando para atender a população do Araripe, e alfinetou um pré candidato a prefeito, que anda espalhando ‘boatos’ que é o “pai” da obra. “O grande responsável pela construção do Centro de Hemodiálise em Araripina, chama-se Eduardo Campos, o resto é querer pegar carona para se beneficiar politicamnete”, afirmou o médico.

Quando perguntado se teria perdido o comando do PTC, partido que ajudou a fundar no município em 2003, para o grupo de Raimundo Pimentel, Dr. Divanágoras foi enfático ao afirmar, que não foi comunicado sobre o assunto pelo diretório estadual. Ainda segundo o médico, se isso chegar a acontecer, naturalmente irá procurar outra legenta, pois como muitos outros Araripinenses que amam esta terra, também sonha em ser prefeito desta cidade.

Juiz manda “Fidel Castro de PE” preencher número completo de vagas do último concurso

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O invés de empregar ex-deputados “Papai Uchoa” deve preencher todas as vagas criadas por lei e não só as que foram oferecidas no edital do concurso público da Alepe.

JC Online

O quantitativo de vagas preenchidas pelo concurso público da Assembleia Legislativa de Pernambuco, de 2014, acaba de ser colocado em questão pelo Judiciário Estadual. O juiz da 8ª Vara da Fazenda Pública do Recife, Mozart Valadares, concedeu antecipação de tutela contra o Estado em favor dos candidatos concursados Gustavo do Amaral Souza, Luciana Freire Losse e Manuela Silva Guimarães Gonçalves, que ingressaram na Justiça requerendo o preenchimento completo das vagas criadas pelo Poder Legislativo.

O juiz recepcionou a alegação dos concursados de que, apesar de criar 60 cargos de agente legislativo, pela Lei nº 15.160/13, o edital do concurso só ofertou 40 vagas para o provimento dos citado cargos. Valadares concluiu que, “existindo cargos vagos durante o prazo do concurso, criados por lei ou por força de vacância, o candidato, ainda que fora das vagas, tem direito subjetivo à nomeação”, por isso despachou deferindo o requerimento dos concursados. A medida judicial tem validade imediata, mas irá ainda a julgamento do mérito.

O prazo de validade do edital do concurso da Alepe expirou no final do primeiro semestre deste ano. Por reconhecer o direito dos autores da ação, Valadares determinou a antecipação dos efeitos da Tutela Jurisdicional, no sentido de “determinar a reserva das vagas do cargo de agente legislativo em favor dos candidatos/autores até o julgamento do mérito da presente demanda”. O juiz argumenta que “os mesmos foram classificados dentro do número de cargos criados por lei”.

Advogada Catta Preta abriu empresa em Miami

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Beatriz Catta Preta e o documento de abertura da empresa na Flórida. Foto: Paulo Liebert/AE

Por Claudio Humberto/Diário do Poder

A CPI da Petrobras alegou dificuldade em notificar a advogada Beatriz Catta Preta para depor. A pretendida convocação é uma retaliação de parlamentares ligados a Eduardo Cunha, que atribui a ela a delação de Júlio Camargo, que o acusa de exigir propina de US$ 5 milhões. Talvez Beatriz pudesse ter sido encontrada em Coral Gables, Miami (EUA), onde, com o marido Carlos, constituiu em outubro de 2014 empresa Catta Preta Consulting LLC, segundo documentos obtidos pela coluna. Ela acaba de retornar de férias em Miami,com a família.

Beatriz Catta Preta anunciou em entrevista a decisão de abandonar a profissão para preservar a segurança da sua família. Ele diz sentir-se ameaça, em perigo, e perseguida por parlamentares da CPI da Petrobras ligados ao presidente da Câmara.

A OAB tem razão, ao protestar contra a convocação de advogados por CPIs. Eles não podem revelar os segredos de clientes e ex-clientes.

Presidente do STF, Ricardo Lewandowski criticou a CPI e autorizou Catta Preta a preservar a relação com clientes, mesmo depondo na CPI.

Criminalista competente e pragmática, Beatriz Catta Preta defendeu réus que mudaram a historia da Lava Jato, com suas delações.

Paulo Câmara prega “ajuda mútua” após audiência com a presidente Dilma Rousseff

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Governador diz que está solidário com a petista, mas reforça que espera contribuição do governo federal.

Roque de Sá/Divulgação

Assim como os demais governadores do País, Paulo Câmara (PSB) retornou do encontro com a presidente Dilma Rousseff (PT) sem respostas concretas para as demandas que apresentou na reunião desta quinta-feira (30) em Brasília. Após o encontro, o socialista não deixou transparecer frustração com a falta de um retorno objetivo do governo federal, mas cobrou mais disposição para o diálogo por parte da petista e de sua equipe.

“Os governadores vão ajudar, mas temos que ser ouvidos. A presidente se comprometeu em fazer uma sistemática de reuniões, ou setoritas ou com todos, ou individuais. A gente espera que daqui para frente a cooperação mútua seja cada vez mais presente. A crise fiscal caminha com a crise política. É fundamental estarmos cada vez mais juntos”, falou.

De acordo com  Paulo Câmara, os governadores presentes ao encontro com a presidente se mostraram “solidários” e se colocaram à disposição para ajudar o Brasil. O socialista espera que essa solidariedade seja uma via de mão dupla. “É importante destravar os investimentos,  dialogarmos mais. Queremos ajudar. Ela vai buscar atender os pleitos dentro de uma visão federativa”, disse.

O pedido da presidente para que os governadores atuem junto a suas bancadas na Câmara Federal e no Congresso para facilitar a aprovação de alguns projetos será acatado por Paulo. “Temos uma série de pautas que afetam  Estados e municípios e não apenas a União. Como gestores temos que conversar com a bancada, mostrar que quem for oposição ao governo federal não pode ser oposição contra o Brasil. Alguns projetos precisam ser melhor trabalhados”, afirmou.

Dilma diz a governadores que país passa por transição e o ‘bom caminho’ é o da cooperação

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Presidente atribuiu o não cumprimento de promessas eleitorais a crise internacional e queda nos preços dos commodities.

O Globo

BRASÍLIA — Ao abrir a reunião com 27 governadores nesta quinta-feira, no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff defendeu seu mandato, deixando claro que, a despeito da ameaça de um impeachment, ficará no cargo até 2018. Em um discurso que durou 32 minutos, a presidente afirmou que o país passa por um período de transição, e que o pior já passou. No início da fala, Dilma atribuiu o não cumprimento de promessas eleitorais a fatores como a crise internacional, a queda nos preços das commodities e a desvalorização do real frente ao dólar, que ajudou a aumentar a inflação. A presidente afirmou ainda que o governo tem de estar preparado para receber críticas e sugestões.

— Eu queria dizer aos senhores que eu, pessoalmente, sei suportar pressão e até injustiça. Isso é algo que qualquer governante tem de se capacitar e saber que faz parte da sua atuação. Quero dizer que tenho ouvido aberto, enquanto razão; e o coração, enquanto emoção e sentimento, para saber que esse novo Brasil que cresceu, se desenvolveu e não se acomoda é aquele Brasil que nós queremos. É aquele Brasil que não se satisfaz com pouco, que sempre quer mais. É esse o Brasil que queremos cada vez mais desenvolvido, crescendo cada vez mais — afirmou.

Dirigindo-se aos governadores, a presidente da República conclamou a todos para uma série de iniciativas, como a reforma do ICMS que, segundo ela, embora seja de ordem microeconômica, terá repercussões macroeconômicas para o crescimento e para a geração de empregos.

— Conto com vocês. Quero dizer, do fundo do coração, que vocês podem contar comigo. Há muito que nós sabemos que o Brasil se passa nos estados e nos municípios. Se nós não tivermos um projeto de cooperação federativa, em que nos articulemos e façamos com que ela dê frutos e resultados, não estaremos trilhando o bom caminho. O bom caminho é aquele da cooperação.

Advogada diz ter sido ameaçada após delator acusar Eduardo Cunha

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Em entrevista ao ‘Jornal Nacional’, Beatriz Catta Preta afirma que vai deixar a profissão para zelar pela segurança da família.

O Globo

ÃO PAULO — A advogada Beatriz Catta Preta, defensora de nove delatores da Operação Lava-Jato, afirmou, em entrevista ao “Jornal Nacional”, da TV Globo, na noite desta quinta-feira, que pretende abandonar a profissão por se sentir ameaçada. A defensora afirmou que a intimidação aumentou depois que um dos seus clientes, o consultor Júlio Camargo, relatou um encontro com o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em 2011, em que o parlamentar lhe pediu US$ 5 milhões em propinas. Cunha nega a acusação.

—Sim, vamos dizer que aumentou essa pressão (após o depoimento de Júlio Camargo), aumentou essa tentativa de intimidação a mim e a minha família.

Em São Paulo, após passar férias de 34 dias em Miami, e com fisionomia bastante abatida, Catta Preta informou ao “Jornal Nacional” que todos os depoimentos dados por Julio Camargo foram realizados com a apresentação de documentos e provas.

Camargo citou Cunha em 16 de julho, durante uma audiência da Justiça Federal em Curitiba. Para a advogada, o fato de seu cliente não ter até então citado o nome de Cunha não ocorreu porque o consultor estava com receio.

— Ele tinha medo de chegar ao presidente da Câmara.

À reportagem da TV Globo, Catta Preta disse temer pela integridade sua e da sua família.

— Vou zelar pela segurança da minha família, dos meus filhos. Decidi encerrar minha carreira na advocacia. Fechei o escritório — afirmou a advogada.

Sem citar nomes, a advogada disse que a pressão veio dos integrantes da CPI da Petrobras, dos deputados que votaram a favor de sua convocação para falar sobre os honorários que recebeu dos clientes da Lava-Jato. Ao ser indagada se recebeu ameaças de morte, respondeu:

— Não recebi ameaças de morte, não recebi ameaças diretas, mas elas vêm de forma velada. Elas vêm cifradas.

Inversão de valores na educação brasileira

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Se o aluno falar errado: nóis vai, nóis vem, nóis volta, nóis quer, o professor relativiza.“ Ele, (o aluno), não está falando errado. Ele apenas não está utilizando a norma culta.”

Por João Muniz/Professor/AEDA

Há muito tempo os alunos das Escolas Públicas do Brasil, não estudam a Gramática da Língua Portuguesa. A orientação hoje é para que os professores trabalhem textos de cunho social, ou seja, ensinem a Doutrina Socialista dizendo que estão ensinando Português. Como diz o Padre Paulo Ricardo, e, se o aluno falar errado: nóis vai, nóis vem, nóis volta, nóis quer, o professor relativiza.“ Ele, (o aluno), não está falando errado, existem diversas formas de se falar o Português. Ele apenas não está utilizando a norma culta.” Dessa forma, vão destruindo, ou como preferem dizer, “vão desconstruindo” o Ensino Cognitivo no Brasil, e criando uma geração de analfabetos funcionais, através doutrinação ideológica Gramsciana, que ainda, segundo o Padre Paulo Ricardo, embora esta geração nunca tenha ouvido falar de Antônio Gramsci, ela é vítima dele. 

Na visão do brasileiro comum, o que existe na realidade, é Português certo e Português errado. A denominação norma culta serve para incentivar a luta de classes. Se você conhece gramática, você interpreta textos. Agora, você aprender gramática, apenas fazendo leitura de textos, teria que ler uma infinidade de textos. Aí seria muito mais prático, recorrer à Gramática. Na história do Brasil, eu posso destacar um brasileiro que conseguiu realizar a façanha de aprender Gramática, apenas com leitura de textos. Este brasileiro foi o grande Machado de Assis. 

No Brasil de hoje, se você fala correto, você é culto, e, naturalmente, pertence à elite branca enquadrada na classe média burguesa, odiada pela cúpula da pseudo intelectualidade que nos governa. A exemplo de Marilena Chauí, queridinha do alto escalão do Governo Federal, que afirma, categoricamente, que odeia a classe média, chamando-a de reacionária, terrorista entre outros adjetivos, apenas porque a classe média que é formadora de opinião, não se submete aos caprichos do partido que nos governa. Se você é um bom aluno nas Ciências Exatas e Biológicas, para o sistema, você é tratado pejorativamente como aluno conteudista. Retiraram a autoridade do Professor, deram superpoderes aos alunos, e, estão tornando o nosso Ensino Público o mais pobre, possível. Resumidamente, no Brasil de hoje conforme diz Olavo de Carvalho, há uma total inversão de valores.Se você não comete arrastões, não pratica assaltos e tem um bom emprego, fruto do seu esforço pessoal, você é um abominável capitalista, opressor dos pobrezinhos! 

Eduardo Campos é homenageado com edição especial da cerveja Itaipava

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Edição conta com o rosto do ex-governador e a frase “não vamos desistir do Brasil”, usada durante campanha eleitoral.

Foto: Reprodução / Facebook

A série de homenagens ao ex-governador Eduardo Campos, morto em trágico acidente aéreo em agosto do ano passado, não para. Após virar nome de escola na cidade de Joaquim Nabuco, na Mata Sul do Estado, de praça em Panelas, no Agreste pernambucano, e ser até imortalizado em uma tatuagem no prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB), Eduardo será lembrado em edição limitada de cerveja pelo Grupo Petrópolis, responsável pela comercialização da marca Itaipava. Serão lançadas latas com o rosto de Campos e a frase “Não vamos desistir do Brasil”, que foi usada durante a sua campanha eleitoral.

De acordo com o Grupo, a previsão de lançamento é a partir do próximo mês. As latas serão envasadas na unidade da cerveja, localizada na cidade de Itapissuma, Região Metropolitana do Recife, e serão distribuídas em todo o Estado. O grupo não quis comentar sobre algum tipo de pagamento à família pelo uso de imagem do ex-candidato à presidência.

Confira a nota oficial do Grupo Petrópolis:

O Grupo Petrópolis reconhece a importância de Eduardo Campos, enquanto Governador do Estado de Pernambuco, para a implantação de nossa unidade em Itapissuma. Durante as tratativas, a admiração pelo Governador se estendeu à família. 

E nesse momento, atendendo a uma ideia de pessoas próximas a ele. O Grupo desenvolveu uma lata especial de Itaipava, com tiragem limitada, que homenageia o ex-governador.