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Evilásio Mateus: Araripina precisa de R$ 58 milhões para resolver problema de esgotamento sanitário; ouça

Foto: arquivo Blog do Roberto Gonçalves

Vice-prefeito também criticou a atuação do estado com relação ao abastecimento de água no município, através da Compesa

Durante uma rápida participação nesse sábado (15), no programa Debate Geral, da Rádio Arari FM 90,3, o vice-prefeito de Araripina, Evilásio Mateus (DEM), disse, que para a maior cidade do Sertão do Araripe resolver o problema da muriçoca e do esgotamento sanitário, é preciso um investimento de R$ 58 milhões. A afirmação foi feita na frente do atual superintendente da 3ª SR da Codevasf, o Sr. Aurivalter Cordeiro.

Evilásio lembrou que em 2012, época do governo Dilma, uma empresa chamada Flamac, esburacou a cidade inteira, gastou R$ 32 milhões, e abandonou o serviço pela metade dexando a população no prejuízo. O vice-prefeito também criticou a atuação do estado com relação ao abastecimento de água no município, através da Compesa.

“O último investimento no setor foi em 2002 no governo Fernando Henrique (federal) e Jarbas Vasconcelos (estadual), de lá prá cá foi só gambiarra feita pelo PSB”, reclamou. Ouça:

Cenário da Ilha do Rodeadouro, em Petrolina, muda com cheia do Rio São Francisco

Foto: reprodução

A ilha do Rodeadouro continua dando sinais da cheia do Rio São Francisco.  Nesta sexta-feira (14), A REDEGN acompanha a evolução da cheia. A água sobe a cada minuto tornando o cenário do local completamente diferente. Várias barracas que estão instaladas na calha do rio agora tem o espaço ocupadas pelas águas que aumentam.

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) anunciou o aumento da vazão da água da barragem do Sobradinho desde a última quarta-feira (12). O objetivo é liberar mais água por causa das cheias no rio São Francisco e isto vem provocando mudanças na vida e também no cotidiano dos comerciantes, a exemplo da Ilha do Rodeadouro que sobrevivem do turismo local.

A situação também preocupa moradores do bairro Angari local considerado de risco neste período de cheia do Velho Chico.

Por causa do aumento do nível do rio a quantidade de água que entra na barragem é de 4.700 m³ por segundo.

Com a recomendação do operador nacional do sistema elétrico, que oficializou a situação de cheia nos reservatórios da bacia do São Francisco, serão liberados 1.300 m³ por segundo de água, com aumento gradativo de 500 m³ por segundo a cada dois dias.

Em 2020, uma cheia no Rio São Francisco provocou alagamento nas regiões ribeirinhas e moradores de alguns bairros, como o Angari, precisaram deixar os imóveis para evitar acidentes.

Depois de 12 anos, as regiões do Submédio e do Baixo São Francisco terão vazões em patamares elevados. A vazão está subindo e deve alcançar 4.000 metros cúbicos por segundo (m³/s) no próximo dia 24.

Ao longo dos anos, a Chesf mapeou pontos mais sensíveis à elevação de vazão em decorrência de ocupações irregulares na calha do Rio São Francisco, que deve ser mantida livre para o curso natural das águas.  A Companhia já está em contato com prefeituras e defesas civis oferecendo todas as informações disponíveis.

Como os últimos 10 anos foram de estiagem no Velho Chico, a Chesf avalia que, atualmente, mais localidades devem apresentar pontos sensíveis a vazões da ordem de 2.500 a 4.000 m³/s, sendo fundamental a avaliação das prefeituras e defesas civis. (Rede GN)

Quem fiscaliza os fiscalizadores? Após pressão, Ana Arraes suspende licitação imoral do TCU

Foto: reprodução

A presidente do orgão fiscalizador, que é fillha do saudoso Miguel Arraes, ainda não se manifestou sobre o assunto, mas o vice-presidente, ministro Bruno Dantas, chamou de “erro”

Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu cancelar a criação de um serviço exclusivo de pilates e fisioterapia no tribunal, que custaria R$ 216 mil aos cofres públicos. Nesta segunda-feira (10/1), o órgão anunciou a desistência da licitação, alegando falhas no edital.

A Corte afirmou que as atividades não seriam para atender apenas os ministros, mas a todos os servidores do TCU, e informou que o valor informado é anual e abrange dois profissionais e equipamentos de fisioterapia.

A presidente do orgão fiscalizador Ana Arraes, que suspendeu a licitação ainda não se manifestou sobre o caso, mas nas redes sociais, o vice-presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, chamou de “erro” a tentativa de criar um estúdio exclusivo de pilates para servidores e autoridades nas dependências da Corte. “Erros devem ser corrigidos. Essa licitação era um erro”, destacou por meio do Twitter nesta segunda.

Segundo noticiou a revista Veja, os profissionais contratados deveriam prestar assistência fisioterapêutica, individual ou coletiva, voltadas à reabilitação física. Eles também deveriam gerenciar e executar um programa de ginástica laboral, entre outras tarefas.

Lembrando que o TCU é formado na sua maioria por ex-políticos em fim de carreira e que são indicados na sua maioria por deputados e senadores.

Ex-senador é preso na Jamaica pelo assassinato do presidente do Haiti Jovenel Moise, morto em julho do ano passado

Nesta foto de arquivo tirada em 22 de outubro de 2019, o presidente Jovenel Moise está sentado no Palácio Presidencial durante uma entrevista à AFP em Porto Príncipe

O ex-senador haitiano John Joel Joseph, procurado pelas autoridades do Haiti na investigação do assassinato do presidente Jovenel Moise em julho do ano passado, foi preso na Jamaica, informou neste sábado (15) uma fonte da polícia local.

Joseph foi detido na noite de sexta-feira para sábado e está atualmente preso em instalações da polícia, disse a fonte sem dar mais detalhes sobre os procedimentos.

Explicou apenas que as forças de segurança jamaicanas estavam atuando em coordenação com seus “parceiros internacionais” e que havia “investigações conjuntas”.

O presidente haitiano foi assassinado em julho, mas, apesar da prisão de vários suspeitos, ainda há muitas incertezas em torno de seu assassinato.

Já no mesmo mês, as autoridades do país publicaram um cartaz de busca por John Joel Joseph, descrito como um indivíduo “perigoso e armado”.

No início deste mês, um ex-soldado colombiano foi acusado nos Estados Unidos de fazer parte do grupo de 20 homens que matou Jovenel Moise e feriu gravemente sua esposa em sua residência presidencial em Porto Príncipe em 7 de julho de 2021.

Mais de 40 pessoas, entre elas 15 colombianos e americanos de origem haitiana, já foram detidas em conexão com a investigação.

‘Todos terão que aceitar o resultado das eleições’, diz Lula sobre suspeita de fraudes

Foto: reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou em seu Twitter, neste sábado (15/01), que “todos terão que aceitar o resultado das eleições”, em referência as suspeitas de fraudes nas eleições de 2018 por parte de Jair Bolsonaro. “Fui eleito no primeiro turno”, disse o presidente nessa sexta-feira (14).

O chefe do Executivo disse também que o Brasil era um país “à beira do socialismo e mergulhado em corrupção”. Mencionou também que, após sobreviver a facada, “sem marqueteiro e sem televisão” conseguiu ganhar as eleições. “Era para ter ganho no primeiro turno se fossem eleições limpas no primeiro”, acusou.

Em resposta a essas e outras alegações do presidente, Lula seguiu: “O próximo presidente do Brasil terá que enfrentar o desafio de reconstruir o país, recuperar o crescimento econômico e a inclusão social, dialogando e trabalhando com a sociedade”, escreveu na rede social.

Arari FM: Debate Geral fala sobre “As ações da Codevasf no Sertão de PE”; ouça

Foto: Blog do Roberto

Participaram do programa, o superintendente da 3ª SR da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, Aurivalter Cordeiro (foto), e o jornalista Didi Galvão de Cabrobó

O jornalismo da Rádio Arari FM 90,3 trouxe na manhã deste sábado 15 de janeiro, o 182º programa Debate Geral. Tendo como âncora o radialista / jornalista Roberto Gonçalves, o tema abordado foi “As ações da 3ª Superintendência Regional Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – Codevasf, no Sertão de Pernambuco”.

O superintendente da 3ª SR da Codevasf, Aurivalter Cordeiro, respondeu questionamentos sobre realização de obras de pavimentação e irrigação, geração de emprego e disponibilidade de verbas através de emendas parlamentares.

Além do jornalista Didi Galvão, de Cabrobó, o programa também contou com uma rápida participação do vice-prefeito de Araripina, Evilásio Mateus (DEM). Ouça abaixo o programa na íntegra:

O Debate Geral vai ao ar todos os sábados pela Rádio Arari FM 90,3, sempre das 8h00 às 9h00, logo após o programa Nosso Encontro, que é apresentado pelo comunicador Eridan Bem. Vale a pena conferir.

Petrolina: Adolescente morre afogado após ser desafiado a pular da ponte Presidente Dutra

Foto: reprodução

Allan, de 14 anos, não sabia nadar e foi desafiado por amigos. Acabou se afogando e desaparecendo na águas do Velho Chico

Nessa sexta-feira (14), um jovem de apenas 14 anos acabou vindo a óbito após, supostamente, pular da ponte Presidente Dutra. O caso ainda está sendo investigado pela polícia, mas tudo indica que ele morreu por afogamento.

Segundo relatos de passantes, Allan,  não sabia nadar e foi desafiado por amigos. Acabou se afogando e desaparecendo. Foi encontrado já sem vida as margens do Rio São Francisco. As informações são do blog Waldiney.

Decreto de Paulo Câmara estimula empresas comprarem leite de outros estados

Foto: reprodução

Produtores de PE estão tendo de jogar fora a bebida porque muitas indústrias não estão comprando o leite produzido aqui

O Sindicato dos Produtores de Leite de Pernambuco (Sinproleite-PE) reclama do Governo do Estado sobre a situação da categoria, que está tendo de jogar fora a bebida porque muitas indústrias não estão comprando o leite produzido aqui. De acordo com o presidente do Sinproleite, Saulo Malta, as empresas foram dispensadas de pagar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em até 95% graças a um decreto emitido em maio do ano passado, mas teriam de comprar o leite como uma contrapartida, o que não está acontecendo.

Segundo Malta, o efeito foi o oposto, estimulando que estas empresas comprassem leite de safra de outros estados, preterindo o produto local. “O Governo do Estado dá benefícios fiscais para as empresas. Elas são dispensadas de até 95% do ICMS apurado. A única condição é que elas comprem leite do produtor local. No entanto, elas trazem leite de safra de outros estados e, o que é pior, com isenção de impostos, porque o decreto que instituía a cobrança do ICMS na entrada foi revogado em maio de 2021, a pedido das indústrias”, explica.

“De lá para cá, a coisa foi piorando e está desse jeito, muito produtor jogando leite fora, recebendo metade do custo de produção, um caos”, desabafa o presidente do Sinproleite-PE.

Privilegiados querem que a Covid dure para sempre para manterem regalias e home office

Foto: reprodução

Combate permanente para ‘salvar vidas’ tem de continuar, intacto – e, com ele, todo o mundo maravilhoso de vantagens que veio para a minoria, a começar pela turma do trabalho remoto com surfe e outras belezas

Por J.R. Guzzo / Jovem Pan

Imagine que você é um executivo de alguma empresa rica de São Paulo, ou coisa parecida, ganha R$ 60 mil por mês e está morando, digamos, na Praia da Pipa, um paraíso perto de Natal. Recebe o salário pontualmente, a cada mês; pode até ter um aumento. Seu plano médico cinco estrelas está de pé. Continua tirando férias, com 30% de adicional, e mantém o 13º inteirinho. Só que não é mais preciso comparecer ao local de trabalho. Nada de horário para entrar, possivelmente a grande divisão diária entre quem trabalha de verdade e o resto da espécie humana. Nada de trânsito. Nada de estresse. Agora você se levanta à hora que quiser, faz surfe de manhã, ou alguma outra atividade fisicamente correta, almoça coisas nutritivas e investe tempo “consigo mesmo” ou com a família, como recomendam os melhores consultores em qualidade de vida. A um momento qualquer, quando se sente preparado, senta-se na frente do computador e fica lá até julgar que terminou as tarefas do dia. Recebe então um elogio do chefe (caso tenha um chefe; é possível que seja uma empresa onde não há a brutalidade dos “níveis de hierarquia”), diz “valeu, cara”, no zoom e volta a cuidar das suas próprias coisas – até começar tudo de novo no dia seguinte. Que tal, como meio de ganhar a vida?

É melhor ainda do que parece. Preocupado, talvez, com uma possível desconfiança da empresa em relação a essa história toda? Tipo: “Será que vale a pena continuar pagando tudo isso para o sujeito ficar na Praia da Pipa? Será que esse negócio de home office vale mesmo o colosso que estão dizendo?” Esqueça. Todos à sua volta – e principalmente os que estão acima – convenceram a si mesmos, desde o primeiro dia de vida nova, que o “trabalho à distância” é puxadíssimo. Dez em dez executivos que vivem hoje na praia, ou na montanha, ou no Havaí, ou seja lá aonde for, dizem que estão “trabalhando muito mais” fora do escritório. Garantem que sua produtividade “aumentou”. Que estão “mais focados”, que o trabalho está mais “intenso” e por aí afora. É claro que dizem isso. Quem fiscaliza e julga o resultado do “trabalho à distância” são os próprios executivos; são eles que medem as horas trabalhadas, os índices de produtividade e a eficácia do que fazem. São eles que atestam que assim é melhor. Ou, então, quem faz a avaliação são os dirigentes de RH, seus irmãos gêmeos; jamais diriam o contrário, até porque eles mesmos, os RHs, também estão ganhando sem ir ao trabalho. Xeque-mate.

A mãe de todo esse mundo admirável é a Covid-19De um lado, a doença matou 5,5 milhões de pessoas através do mundo, arruinou vidas e causou a destruição econômica que seria causada por uma guerra nuclear. De outro, está sendo uma benção extraordinária para muita gente. Sem ela, não haveria Praia da Pipa, nem qualidade de vida, nem salário integral sem sair de casa. Sem a Covid, aliás, não haveria nenhuma das maravilhas que mudaram para muito melhor a vida diária de algumas centenas de milhões de pessoas pelo mundo. À essa altura, o que ganharam se transformou em “direitos adquiridos”. Precisam que a Covid continue para continuar com suas novas conquistas. Quem vai querer voltar às realidades do passado – e que continuam sendo as realidades do presente para a imensa maioria dos seres humanos? É por isso que, justo no momento em que a pandemia começou a ceder, apareceu a promoção desesperada da Ômicron – como tinham aparecido antes os 50 diferentes tons de “cepa”. Para reforçar o impacto da nova “variante”, socou-se no pacote pró-Covid a gripe comum, a influenza H 1000 N 5000, o resfriado, a dor de cabeça, a febre de 37 graus, o bicho-do-pé e tudo o mais que vier, de maneira que é praticamente impossível não estar doente hoje em dia. Conclusão: o combate permanente para “salvar vidas” tem de continuar, intacto – e, com ele, todo o mundo maravilhoso de vantagens que veio para a minoria, a começar pela turma do home office com surfe e outras belezas.

Com a Covid, a sua vida melhora. Sem a Covid, sua vida piora. De que lado você acha que eles estão?

É possível que nunca tenha havido, em toda a história da humanidade, uma campanha tão poderosa em favor de algum sistema de organização social como a que está sendo feita desde 2020 em torno da Covid – e das “necessidades” de que a “vida mude” radicalmente para combater a doença. Também podem chamar essa campanha de cruzada, esforço de guerra, lobby ou lavagem cerebral – tanto faz. O que importa é que se trata de um movimento com poder inédito para mudar o mundo. Está acima de qualquer força conhecida até agora, ignora fronteiras nacionais e é capaz de juntar numa mesma neurose – e nos mesmos interesses objetivos – pessoas das mais diferentes convicções políticas, religiosas ou morais. O que lhe dá a força extraordinária que tem são duas coisas. A primeira é o pânico – e a súbita recusa de encarar a própria mortalidade por parte das classes que mandam na sociedade. A segunda é o espetacular combo de vantagens materiais que a Covid trouxe para uma parte da população mundial – justamente a parte mais rica, mais instruída e mais influente. Essa gente toda, indiscutivelmente, está tirando proveito direto e pessoal da Covid – proveito financeiro, político, social, ideológico, psicológico ou de outros tipos. Com a Covid, a sua vida melhora. Sem a Covid, sua vida piora. De que lado você acha que eles estão?

Os beneficiados reais, a turma que tira proveito líquido e certo da Covid são, talvez, 10% da população do mundo. É apenas uma hipótese; não foi feito ainda, nem é provável que se faça, nenhum cálculo coerente sobre quanta gente se beneficiou e está se beneficiando da epidemia, baseado em observação sistemática da realidade, em fatos e em evidências. Mas é uma hipótese que está dentro da lógica. É também um número que dá o que pensar. Qualquer 10% é pouco, claro. Para começo de conversa, quer dizer que 90% estão fora. Mas faça as contas: se for isso mesmo, num mundo com cerca de 8 bilhões de habitantes, os que lucram ativamente com a Covid seriam uns bons 800 milhões. Vá lá, para arredondar: 1 bilhão. É gente, não é mesmo? É a minoria, mas é gente que não acaba mais. Sem dúvida, é mais do que o suficiente para influir no rumo das decisões – a começar pelo fato, como dito acima, que esses 10% são exatamente os que estão melhor de vida. São os que têm mais condições de dar opinião, e de defender os próprios interesses. São os que costumam ser ouvidos. São os que têm a condição de tomar decisões, seja na vida pública ou seja na vida privada. São os que dão ordens de todos os tipos. São os diretores do banco – não os gerentes de agência. São os que estão em cima – não os da linha de frente. É óbvio que as suas posições, e os seus interesses, em relação à Covid, valem mais do que o que acham ou não acham os outros 90%. São, em suma, a minoria da minoria; 7 bilhões de pessoas, pelo menos, estão fora da sua bolha. Mas estão ganhando muito mais do que todos os outros.

O cidadão diz que “não se sente seguro” para trabalhar de novo – e pronto, não se fala mais no assunto

O povo do home office é o primeiro grande bloco que vem à mente. Estão há dois anos sem ir ao trabalho, com os salários e benefícios intactos, levando as crianças à aula de inglês, rodando de bicicleta em dia da semana e no horário comercial, e dormindo de tarde. Seu trabalho, em grande parte, é ficção – pelo menos quando se usa a palavra “trabalho” com o significado que ela tem no dicionário. Pela primeira vez na vida, estão dando ao empregador exatamente o esforço e a dedicação que acham necessários, nem uma grama a mais. O patrão não tem ideia do que o sujeito está fazendo a esse ou qualquer momento do horário de trabalho. Ninguém é demitido. Quando aparece alguma ameaça de voltar ao trabalho “presencial”, como se diz hoje com desprezo (só o trabalho “remoto” é considerado bom), o cidadão diz que “não se sente seguro” para trabalhar de novo – e pronto, não se fala mais no assunto. É outra coisa, não é? Os jornalistas, a propósito, merecem atenção especial nesse mundinho do “teletrabalho”. O público é escassamente informado a respeito, mas o fato é que os jornalistas estão ganhando sem sair de casa desde o começo de 2020, e desfrutam de todos os privilégios descritos nos parágrafos anteriores. Só que são eles, justamente, os encarregados de dizer como está a Covid. O que você acha que estão dizendo? Querem continuar com a vida que têm hoje; precisam, portanto, que a Covid esteja cada vez pior. Tenha certeza, então, que vão continuar lhe socando em cima cada vez mais Ômicron, mais gripe, mais fluorose, mais vírus alfa, beta, gama, delta – até o ômega. “Brasil tem primeiro morto com Ômicron”, exclamaram as manchetes dias atrás. Já houve mais de 600 mil brasileiros mortos de Covid, e o que morreu “de ômicron” era um homem de saúde precária, mas e daí? É preciso manter o pânico de pé. É preciso manter o home office.

Multiplique o número de jornalistas brasileiros pelo de jornalistas dos outros 200 países do mundo; multiplique os executivos da Praia da Pipa pelos executivos de todas as grandes empresas do mundo, mais as médias. Já começa a ficar na cara, à essa altura, quanta gente está viajando no bonde mundial da Covid. Mais: o grosso desse povo está nos Estados Unidos e na Europa. O Brasil, perto dele, é mixaria. O trabalho “remoto”, aqui, fica na elitezinha ordinária de sempre – nas Faria Limas da vida e seus clones mentais, aqui ou ali. Essas facilidades também não estão disponíveis na África, é claro. Lá não tem office, e muitas vezes nem home – imagine-se, então, quanto pode ter de home office. Ou seja: o lobby da Covid está presente justo na parte do mundo que comanda o resto. É óbvio que fica muito mais forte, e é muito mais copiado pelas mentes iluminadas que dirigem os fundões do mundo. A coisa muda realmente de figura, porém, quando se entra no universo dos funcionários públicos; aí já é outro patamar, em matéria de multidão.

Só no Brasil há 12 milhões de funcionários do Estado. Some-se a isso, então, a burocratada do resto do mundo – e dá para começar a fazer ideia, então, de como se chegaria aos 800 milhões citados lá no começo. Não são os funcionários só dos países. (Para se ter um pouco de ideia: as Forças Armadas americanas, sozinhas, têm mais de 2 milhões de membros; vai pondo o resto.) Some-se a eles a população empregada nas milhares de organizações internacionais de todas as espécies, desde a ONU e o seu império de escritórios até a União Europeia e todo o resto dessa geringonça que não acaba mais. É a Comissão Europeia da Sardinha ou o Comitê Internacional Para Medir a Temperatura do Gelo. É a Organização Mundial de Trigonometria ou o Painel Internacional das Terras Indígenas. Enfim: deu para entender, não é? É um negócio que não acaba mais. Em comum, todos eles têm vontade que a sua vida continue como está – se possível para sempre.

Trabalho é para os 90% da população que têm de se pendurar em poste para consertar o corte de luz na casa de quem não admite comparecer ao serviço

Por que iriam querer outra coisa? Os professores brasileiros ficaram quase dois anos sem dar aula – aula de verdade, é claro; não essa piada de ensino online, num país onde a internet “não pega” e pobre tem computador da idade da pedra, quando tem. Não perderam um tostão por causa disso; tiraram férias e licenças-prêmio. (Os que quiseram trabalhar, por sinal, foram perseguidos pelos sindicatos.) Os juízes nunca mais apareceram no fórum – nem os procuradores, auditores, ouvidores etc. etc. deram a cara na repartição durante o horário de expediente. Nas empresas estatais, então, são férias permanentes para todos os que não tem trabalho de verdade para fazer – numa plataforma da Petrobras, por exemplo, ou entregando carta nos Correios, as pessoas certamente trabalham duro. Quanto mais inútil você for, melhor; se está atrás de uma mesa, é quase certo que essa mesa fica em casa. Os empregados de colarinho branco da Eletrobras, por exemplo, se recusam a ir ao trabalho; a empresa manda irem, mas eles simplesmente não vão. Já ganharam seis vezes seguidas, na Justiça, o direito de bater ponto na própria sala de estar. É a ordem mais do que natural das coisas: se os juízes não vão, por que o funcionário da estatal tem de ir?

Trabalho é para os 90% da população brasileira que têm de se pendurar em poste elétrico para consertar o corte de luz na casa de quem não admite comparecer ao serviço – ou para todos os que são obrigados a trabalhar para sobreviver. É coisa de quem tira lixo da rua. É coisa de quem guia o metrô, ou do motoboy do delivery, ou do porteiro do prédio. É coisa de quem trabalha no comércio, no hospital ou na polícia. É coisa de operário, do técnico da torre de aeroporto, do homem da companhia de gás que se enfia embaixo da terra para garantir o fogão dos terraços gourmet. Não é o mundo do professor da USP. Não é a Praia da Pipa. Esse é o Brasil da maioria que realmente produz, e não o Brasil dos parasitas – do universo político, dos banqueiros de esquerda, da CPI da Covid, dos comunicadores e das classes intelectuais que andam de máscara, combatem o genocídio e querem que o mundo continue nessa camisa de força que lhes faz tão bem.

A lista dos sócios do vírus ainda vai longe. Pode incluir a big pharma americana e mundial em peso, da Pfizer, AstraZeneca e Johnson&Johnson à todas as suas irmãs. Só o Brasil, e só nesta primeira fase, colocou no orçamento cerca de R$ 30 bilhões para gastar com vacinas, numa conta que ainda pode ser muito maior. Calcule agora o tamanho dessa bonança em termos mundiais; é de dar inveja em qualquer Google da vida. Junte os fornecedores de testes para Covid, os fabricantes de insumos para a vacina e os produtores de material de apoio. Some as empresas de transporte, as redes de farmácias e outros serviços de assistência – para não falar em médicos e hospitais. Não se esqueça, enfim, dos 6 mil prefeitos e dos 27 governadores brasileiros, que ganharam do Supremo Tribunal Federal o prodigioso direito de fazerem o que bem entendem para “salvar vidas” – a começar pela dispensa de licitação para gastar dinheiro público no combate à Covid. É roubar, deitar e rolar, com a aprovação do judiciário e o diploma de “heróis da saúde” concedido pelos editoriais da imprensa. Quem vai querer outra vida? É Covid para toda a eternidade.

Pimentel: As obras não param, por isso que 8 em cada 10 araripinenses aprovam a nossa gestão

Foto: reprodução

O prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, voltou as redes sociais para destacar o trabalho que vem sendo realizado por sua gestão. Segundo ele, tem duas coisas em Araripina que não estão parando: as chuvas e as obras da prefeitura, e é por isso que 8 em cada 10 araripinenses aprovam a sua gestão.

“Tem duas coisas aqui em Araripina que não estão parando: as chuvas e as obras da prefeitura! Equipe trabalhando pesado na reforma da Quadra Poliesportiva da Escola Antonieta Salatiel, que fica ao lado da AEDA. Desde o início do nosso governo até aqui foram dezenas de quadras entregues à população, um grande incentivo à prática de esportes e atividades físicas. Por aqui o trabalho é todo dia, minha gente. É por isso que 8 em cada 10 araripinenses aprovam a nossa gestão, segundo pesquisa feita recentemente. Pode ter certeza: este ano será ainda melhor”, escreveu.

“Caminho sem volta”, diz Miguel Coelho sobre candidatura a governador

Foto: divulgação

O prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Governo, Miguel Coelho (DEM), reiniciou suas andanças por Pernambuco, na última quinta-feira (13), quando foi a Casinhas, no Agreste, para participar da assinatura de ordem de serviços de calçamentos e entrega de veículos para o município. O gestor falou sobre a candidatura e afirmou que o União Brasil – partido que surge da fusão entre Democratas e PSL – está assegurada.

Recentemente, Miguel se reuniu com o presidente nacional do PSL, o deputado federal Luciano Bivar, que será o mandatário do União. À Rede Pernambuco de Rádios, através do programa Cidade em Foco, disse que a fusão entre as duas siglas passou justamente por este acerto de ter candidato ao Governo em alguns estados e Pernambuco é um deles.

“Agora é cair na estrada, conhecer a história das pessoas que mais precisam, estar trabalhando para vencer as eleições desse ano, formar uma grande chapa e eleger o maior número de deputados estaduais e federais”, pontuou.

O prefeito de Petrolina aproveitou a entrevista para criticar o PSB, sigla que comanda Pernambuco há 15 anos. “O povo não pode cair na conversa do PSB que diz que o Estado está uma maravilha. Pernambuco é hoje o estado que mais tem desempregados no Brasil, que menos cresceu no Nordeste e o que menos investe. Tem as piores estradas do país, a pior saúde da região com pessoas dormindo em corredores de hospitais públicos, sobre papelão ou dentro de copas”, disparou.

“A mesma coisa acontece na segurança, com a família pernambucana com medo de ser sequestrada, perder a vida e ter prejuízo no seu patrimônio. Isso é uma tremenda falta de humanidade, de sensibilidade e coragem para enfrentar as adversidades”, emendou.

Na entrevista, Miguel Coelho ratificou que sua candidatura “está posta e sem caminho de volta”. Ainda de acordo com ele, houve uma conversa com outros integrantes da oposição do Estado em dezembro e que haverá uma nova reunião no final de janeiro para reavaliar o cenário: “Os movimentos Por Pernambuco e Levanta Pernambuco foram fundamentais para colocar luz nos problemas e adversidade que o Estado está enfrentando, e independente da estratégia, a oposição vai vencer neste ano.”

Operação humanitária do Governo Federal com venezuelanos é reconhecida pela ONU

Foto: divulgação

A Operação Acolhida oferece assistência emergencial aos refugiados que entram no Brasil pela fronteira com Roraima

A Operação Acolhida já regularizou mais de 280 mil migrantes e refugiados venezuelanos e cerca de 66 mil foram interiorizados para mais de 700 municípios. A atuação humanitária foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um trabalho pioneiro e efetivo na prestação de assistência e integração das pessoas venezuelanas, além de garantir e preservar a dignidade dos refugiados.

“O papel das Forças Armadas brasileiras na resposta humanitária para venezuelanos tem sido exemplar e muito efetivo, contribuindo para a prestação direta de assistência e serviços básicos, e em cooperação com agências da ONU e outros parceiros”, afirma o representante adjunto do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR Brasil), Federico Martinez.

Neste contexto, cerca de 7,2 mil militares das Forças Armadas brasileiras foram empregados para atuarem na Operação e, de acordo com a Casa Civil, mais de 1,9 milhão de atendimentos foram realizados na fronteira do Brasil com a Venezuela.

“O Brasil tem desenvolvido um receptivo para essas pessoas que já vêm de uma saga de muito sofrimento. Pessoas que caminham por dias sem fim, trazendo suas famílias a pé, com muita necessidade. Com a Operação Acolhida, nós já conseguimos fazer com que mais de 60 mil [pessoas] fossem abrigadas no Brasil, inclusive já com oportunidade de trabalho”, afirmou o ministro da Cidadania, João Roma.

Atendimento em três etapas

A Operação Acolhida oferece assistência emergencial aos refugiados que entram no Brasil pela fronteira com Roraima. A primeira etapa do atendimento ao fluxo desta parcela de venezuelanos começa nas estruturas montadas para assegurar a recepção, identificação, fiscalização sanitária, imunização, regularização migratória e triagem de todos que vêm do país vizinho. Logo após, os refugiados e migrantes são acolhidos nos abrigos. A Operação conta 14 abrigos, nove para não-indígenas e cinco para indígenas, distribuídos nos estados de Roraima e Amazonas.

Ao todo, são mais de 8 mil abrigados que contam com refeições, kits de higiene, ambiente com limpeza diária, atividades culturais, recreativas e lúdicas para as crianças, segurança, proteção e defesa dos direitos, bem como fornecimento de matéria prima para produção de artesanato indígena e provisão telefônica para contato com parentes que tenham permanecido na Venezuela.

Interiorização

A terceira etapa do processo é a Interiorização, que consiste em deslocar refugiados e migrantes de Roraima para outros estados brasileiros. Esta é a principal estratégia do Governo brasileiro para promover a inclusão socioeconômica desta parcela de venezuelanos. Além disso, esta parte do processo contribui para reduzir a pressão sobre os serviços públicos.

Desde o início da ação, já foram interiorizadas mais de 66 mil pessoas para mais de 700 municípios brasileiros em diversas Unidades da Federação.

Para participarem desta etapa do atendimento, os refugiados precisam estar regularizados, vacinados e aptos clinicamente. Além disso, eles precisam estar devidamente informados sobre a cidade de destino e sobre seus direitos e deveres no processo. Os participantes precisam, ainda, de uma Declaração de Voluntariedade assinada.

“O Brasil, através do seu povo, com tanta solidariedade, tem conseguido lidar com essa questão e tem reconhecimento internacional. Vários organismos têm elogiado as práticas do Governo brasileiro e também do povo brasileiro, que tem conseguido fazer a ambientação dessas pessoas”, declarou o ministro da Cidadania.

Após 15 anos foragido, Polícia Civil prende no Tocantins, homem que matou ex-mulher no Sertão do Araripe

Foto: Ilustração

As investigações revelaram que o crime teria sido praticado em razão de o homem não aceitar o fim do relacionamento

Uma ação de investigação e combate à criminalidade, realizada por policiais civis da 2ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (2ª DHPP), de Araguaína, sob o comando do delegado-chefe da unidade, Guilherme Coutinho Torres, na manhã desta sexta-feira, 14, resultou na captura de um homem de 64 anos.

Suspeito de ser o autor do homicídio que vitimou a própria esposa, na cidade de Santa Filomena, Pernambuco, no mês de janeiro de 2007, o idoso foi capturado, mediante cumprimento a mandado de prisão preventiva, expedido pela Justiça de Pernambuco, quando se encontrava no setor Maracanã.

De acordo com a autoridade policial, após receber informações da Polícia Civil de Pernambuco de que um homem suspeito de matar a ex-esposa estaria vivendo em Araguaína, as equipes da 2ª DHPP foram mobilizadas e iniciaram as diligências e investigações. Pouco tempo depois, os policiais civis localizaram o paradeiro do foragido e efetuaram a captura do mesmo.

O homem foi conduzido até à Central de Atendimento da Polícia Civil de Araguaína, onde a autoridade policial plantonista deu cumprimento a ordem judicial. Após a realização dos procedimentos legais cabíveis, o idoso foi encaminhado à Casa de prisão Provisória da cidade, onde aguardará recambiamento para o estado de Pernambuco a fim de responder pelo crime do qual é investigado.

O crime

Segundo o apurado pela Polícia Civil , na noite do dia 24 de janeiro de 2007, por volta das 20h30, a vítima, que era ex-esposa do suspeito, estava em frente a uma residência em um sítio, quando foi alvejada por um tiro de espingarda de fabricação artesanal, o qual lhe atingiu as costas próximo ao ombro.

Gravemente ferida, a mulher que estava separada do autor há poucos meses após 28 anos de casamento, foi socorrida para um hospital de Petrolina, onde após três meses de tratamento não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu.

Motivação

As investigações da Polícia Civil revelaram que o crime teria sido praticado em razão de o homem não aceitar o fim do relacionamento. Consta ainda nas investigações que, após efetuar o disparo contra a ex-esposa, o homem fugiu e foi até a residência de um irmão, onde confessou o crime afirmando que as lágrimas que ele havia derramado pela vítima, os pais da mesma também iriam derramar. Em seguida, o suspeito fugiu e nunca mais foi localizado, até esta sexta-feira, quando foi preso pela PC-TO, no Tocantins.

Santa Cruz da Venerada: Após denúncia anônima, polícia recupera carro roubado

Foto: divulgação 7º BPM

Em Santa Cruz (PE), Sertão do Araripe, uma equipe do 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM) recuperou no dia de ontem (14) um Ford KA vermelho, placa BAU-8469. De acordo com o boletim, uma ligação anônima informou que o veículo possivelmente era roubado.

Os policiais se deslocaram até um posto de combustíveis no Centro da cidade, onde o carro estava e, por meio do sistema informatizado de segurança pública, constaram de fato se tratar de um veículo com restrições de furto/roubo.

Na ocasião, o condutor do KA – um jovem de 22 anos – foi detido para averiguações. A ocorrência foi registrada na delegacia local.

Oposição volta a se movimentar em Pernambuco

Foto: reprodução

Por Houldine Nascimento, repórter do Blog do Magno

Enquanto a situação ainda discute o candidato que vai para a disputa ao Governo de Pernambuco, o bloco de oposição voltou a se movimentar neste início de ano eleitoral. Na próxima segunda-feira (17), em Gravatá, no Agreste, a prefeita de Caruaru e presidente estadual do PSDB, Raquel Lyra, lidera o primeiro encontro do partido em 2022. Ela será recepcionada pelo ex-prefeito gravataense Joaquim Neto.

Como líder da sigla social-democrata, Raquel faz articulações para a montagem das chapas proporcionais. Pré-candidata ao Governo, a tucana integra o movimento Levanta Pernambuco ao lado do prefeito de Jaboatão dos Guararapes e presidente estadual do PL, Anderson Ferreira.

Na última semana, o gestor foi ao Rio de Janeiro para se reunir com o presidente da Petrobras, Silva e Luna, numa agenda que mais parecia de governador. O encontro tratou do plano de investimentos da estatal para a conclusão da Refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca. Jaboatão é uma das oito cidades que compõem o território estratégico de Suape e a expectativa é que a retomada das obras gere cerca de 10 mil empregos, reaquecendo a economia local.

Assim como Raquel, ele também é pré-candidato e começou a articular a formação das chapas para o PL. Na última quinta-feira (13), Anderson anunciou a filiação da advogada Izabel Urquiza, que é secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação de Olinda e mira uma vaga na Câmara dos Deputados.

Outro que teve uma agenda fora de Pernambuco foi o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (DEM), ao fazer uma visita técnica ao governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). Dos oposicionistas, ele é o único que firmou o nome na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. Durante a semana, publicou um artigo com críticas à gestão do PSB e defendendo a mudança em Pernambuco, além de subir o tom em uma entrevista: “São mais de mil obras paralisadas pelo Governo incompetente, incapaz, acomodado e preguiçoso do PSB.”

Homem de confiança do presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro Gilson Machado Neto (Turismo) tem participado de diversas ações no Estado. Ontem, ele divulgou a destinação de R$ 4,8 milhões para obras de infraestrutura turística nos municípios de Igarassu, Chã Grande e Quipapá.

Economia: Brasil fracassou no controle da inflação em 2021?

Foto: reprodução

Por J.R. Guzzo / Jornal Gazeta do Povo

Saíram os dados da inflação no primeiro mundo em 2021 – o segundo ano seguido de pandemia plena – e deu o seguinte: os Estados Unidos, a potência econômica número 1 do planeta, tiveram inflação de 7% no ano. É a pior desde 1982 – ou seja, a última vez que aconteceu um desastre igual a esse foi 40 anos atrás. Os demais países ricos, medidos no conjunto da OCDE, não foram melhores. Ficaram um pouco abaixo de 6%, o pior resultado em 25 anos. Inflação desse tamanho, para país sério, é uma tragédia.

É também a consequência inevitável do que os governos dos Estados Unidos e dos ricos em geral fizeram durante o ano: socaram dinheiro nos negócios e diretamente no bolso dos cidadãos, acreditando que valia a pena fazer qualquer coisa para manter de pé os seus diversos lockdowns, e lidar com as calamidades causadas por eles. Como dinheiro não dá em árvore, aconteceu lá exatamente o que acontece aqui quando o governo abre o cofre na tentativa de encarar um problema qualquer: inflação adoidada.

O debate econômico deste momento no Brasil, porém, em mais um dos seus delírios regulares, decretou que a realidade internacional não existe – inflação feia, hoje em dia, só tem no governo Bolsonaro. O Brasil teve de enfrentar a desgraça econômica provocada pela Covid como qualquer outro país do mundo; fez mais ou menos as mesmas coisas que os demais governos, basicamente abrindo o cofre público em variadas missões de socorro. Acabou com uma inflação de 10% – e a indignação de economistas, jornalistas e banqueiros de esquerda. “Que horror”, estão dizendo todos. “Esse Guedes acabou com o Brasil”.

Queriam o que num ano como 2021? O Brasil não fica em Marte. É óbvio que houve inflação – até porque os críticos mais excitados do governo passaram o ano exigindo mais e mais dinheiro público para “salvar vidas”. Acontece que a inflação brasileira de 10% no ano passado é um sucesso, comparada com a inflação dos países mais bem sucedidos. O reinado Lula-Dilma, sem Covid nenhuma, acabou com uma inflação superior a 14% em 2016. Qual o problema, então, com o número de 2021?

Não há problema nenhum; houve, isto sim, uma solução num quadro de calamidade mundial. Inflação de 7% nos Estados Unidos ou de 6% na Europa equivale a mais de 20% no Brasil, ou sabe lá Deus quanto – já se está, aí, à beira do descontrole, tanto que não acontecia por lá há 40 anos. O fato, apoiado por números, é que o Brasil teve com a inflação, no ano passado, resultados melhores que a maioria dos países do mundo.

O público não corre nenhum risco de ouvir isso. Ao contrário: todo o noticiário é sofre o “fracasso” no combate à inflação, mais as desgraças que vêm junto com ela: desemprego, recessão, pobreza. Não existe o resto do mundo, nessas lamentações; não existe inflação em lugar nenhum, nem economias paradas, nem falta de trabalho, nem perda de renda, nem nada. O único governo sobre a face da Terra é o governo “do Bolsonaro”.

É o resultado de um sistema. Jornalistas da área econômica, com suas matérias de denúncia já escritas por antecipação, vão entrevistar economistas já sabendo, também por antecipação, que eles vão dizer exatamente o que querem ouvir. Junta-se a fome de uns com a vontade de comer dos outros e o que se tem é o “escândalo da inflação” de 10% – mais a recessão, o desemprego e a pobreza causadas não pelos “lockdowns” que paralisam a produção do Brasil há dois anos, mas “pelo Bolsonaro”. Informação econômica, hoje em dia, é isso.

Errata: caso da variante Ômicron, foi registrado em Salgueiro e não em Araripina

Foto: reprodução

O primeiro caso da variante Ômicron da covid-19 foi registrado no município de Salgueiro, no Sertão Central de Pernambuco. O blog anunciou agora há pouco que teria ocorrido em Araripina. Pedimos desculpas pela nossa falha.

Confira:

Um novo relatório de circulação de linhagens de SARS-CoV-2, elaborado pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz-PE) e divulgado nesta sexta-feira (14) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), já aponta a prevalência da variante Ômicron no território pernambucano. Dos 183 genomas analisados, 124 (68%) foram identificados como linhagem Ômicron e 59 amostras (32%) foram identificados como linhagem Delta.

As amostras analisadas foram coletadas entre os dias 26 de novembro de 2021 e 4 de janeiro deste ano. Os casos de Ômicron foram registrados a partir da coleta de pacientes provenientes de cinco cidades: Recife (59), Ipojuca (1), Caruaru (1), Salgueiro (2), além da Ilha de Fernando de Noronha (61).

Já as amostras analisadas identificadas com a variante Delta são de pacientes provenientes das cidades do Recife (31), Belém do São Francisco (3), Olinda (1), Salgueiro (3), Mirandiba (1), Jaboatão dos Guararapes (1), Serra Talhada (4), Caruaru (3), Goiana (1), Cabo de Santo Agostinho (4), João Alfredo (1), Serrita (1), Timbaúba (1), Feira Nova (1), Araripina (1), Frei Miguelinho (1), Santa Cruz do Capibaribe (1).

Araripina registra primeiro caso da variante Ômicron da covid-19

Foto: Blog do Roberto

Um novo relatório de circulação de linhagens de SARS-CoV-2, elaborado pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz-PE) e divulgado nesta sexta-feira (14) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), já aponta a prevalência da variante Ômicron no território pernambucano. Dos 183 genomas analisados, 124 (68%) foram identificados como linhagem Ômicron e 59 amostras (32%) foram identificados como linhagem Delta.

As amostras analisadas foram coletadas entre os dias 26 de novembro de 2021 e 4 de janeiro deste ano. Os casos de Ômicron foram registrados a partir da coleta de pacientes provenientes de cinco cidades: Recife (59), Ipojuca (1), Caruaru (1), Salgueiro (2), além da Ilha de Fernando de Noronha (61).

Já as amostras analisadas identificadas com a variante Delta são de pacientes provenientes das cidades do Recife (31), Belém do São Francisco (3), Olinda (1), Salgueiro (3), Mirandiba (1), Jaboatão dos Guararapes (1), Serra Talhada (4), Caruaru (3), Goiana (1), Cabo de Santo Agostinho (4), João Alfredo (1), Serrita (1), Timbaúba (1), Feira Nova (1), Araripina (1), Frei Miguelinho (1), Santa Cruz do Capibaribe (1).

De acordo com o secretário de Saúde, André Longo, a predominância da variante Ômicron traz uma preocupação adicional, já que sua velocidade de transmissão é muito superior às outras variantes.

Isso só reforça a importância da vacinação. A doença nos não vacinados tem um impacto muito maior, podendo significar hospitalização e morte. Além disso, a Ômicron ainda traz um risco adicional para as atividades econômicas e sociais. Então, é preciso que todos tenham a consciência que a Covid-19 ainda é uma ameaça e que as vacinas são nossa principal aliada para a proteção das vidas dos pernambucanos. Contra a Ômicron, não estar em dia com todas as doses é o mesmo de estar desprotegido. Também é fundamental o respeito aos protocolos e o reforço nos cuidados para minimizar a aceleração viral e evitar ainda mais pressão sobre a rede de saúde. Se proteger, usando máscara corretamente, lavando as mãos com frequência, evitando aglomerações, e também se vacinando é uma questão de proteção e respeito à vida“, afirmou.

Ministério Público de PE pede que novas perícias sejam realizadas no Caso Beatriz

Foto: arquivo familiar

O MPPE informa, ainda, que requisitou providências imediatas para assegurar a vida do suspeito, a proteção à sua integridade física e a realização de novas perícias complementares

O suspeito de ter matado Beatriz Angelica, de sete anos, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, Marcelo da Silva, foi transferido, nesta quinta-feira (13), para o Presídio de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. Desde 2017, o estava preso na Unidade Prisional de Salgueiro, também no Sertão, pelos crimes de estupro de vulnerável, ameaça e cárcere privado.

O suspeito veio a ser identificado pela polícia agora, seis anos após o crime. Marcelo da Silva só foi identificado pela Polícia Científica de Pernambuco pelo DNA encontrado na faca usada no crime. O homem confessou o assassinato e foi indiciado na nesta última terça-feira (11), após ter sido ouvido por delegados.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informa, ainda, que requisitou providências imediatas para assegurar a vida do suspeito, a proteção à sua integridade física e a realização de novas perícias complementares.

Governo Federal entrega internet de alta velocidade a populações da Região Amazônica

Foto: divulgação

Estão previstas a construção de oito infovias de cabos de fibra ótica subfluvial na região que vão somar quase 12 mil quilômetros de extensão

Aconteceu nesta sexta-feira (14/01) a cerimônia de lançamento do cabo da Infovia 00, que vai levar internet de alta velocidade a cerca de um milhão de moradores dos estados do Amapá e Pará, entre eles ribeirinhos e pescadores artesanais. A internet chegará por meio de cabos de fibra ótica instalados nos leitos dos rios.

A iniciativa é um marco das ações do Programa Amazônia Integrada Sustentável, que inclui o programa Norte Conectado, coordenadas pelo Ministério das Comunicações.

“O lançamento desse cabo submerso que vai conectar toda Região Norte do Brasil, vai trazer internet para todos vocês”, disse o Presidente da República, Jair Bolsonaro, que participou do evento. E completou: “Isso é realmente fantástico para a nossa Região Norte, que engloba sete estados da federação”.

Com 770 quilômetros de extensão, o cabo de fibra ótica subfluvial vai conectar Macapá (AP) a Santarém (PA), passando pelas cidades paraenses Alenquer, Almeirim e Monte Alegre. A previsão é que a implantação da rede principal da Infovia 00 seja concluída até 31 de janeiro.

A velocidade da conexão proporcionada pelos cabos é quase mil vezes superior à banda larga doméstica. Em cada município, redes metropolitanas distribuirão o sinal da fibra óptica para organizações, entre elas instituições de ensino e pesquisa, hospitais, centros de saúde e unidades do poder judiciário. As redes metropolitanas da Infovia 00 devem ser entregues até março de 2022.

A opção de levar a internet a populações da Amazônia via cabeamento por meio do leito dos rios foi tomada para reduzir impactos ambientais. Uma rede típica, enterrada ou por postes, poderia provocar a derrubada de milhões de árvores.

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, fez uma visita técnica à plataforma de lançamento dos cabos de fibra ótica subfluvial da Infovia 00 e acompanhou o início do lançamento da estrutura no leito do rio. Os cabos estão armazenados em dois carreteis e pesam quase uma tonelada. Produzidos na Alemanha, são revestidos com aço e camadas de proteção. A estrutura tem vida útil prevista de 25 anos.

Com toda engenharia e tecnologia aplicada, o projeto da Infovia 00 contou com investimento de R$ 94 milhões, a maior parte de recursos do Ministério das Comunicações. Também houve repasses do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Justiça e de emenda do Senado.

Inclusão digital para o Norte do país

Como parte do Programa Amazônia Integrada Sustentável, está prevista a construção de oito infovias que terão quase 12 mil quilômetros de extensão, passando pelos rios Amazonas, Negro, Solimões, Madeira, Purus, Juruá e Rio Branco.

Os cabos de fibra óptica levarão conexão a 58 cidades da região Norte e beneficiarão, aproximadamente, 10 milhões de brasileiros que hoje vivem em localidades com baixa ou pouca infraestrutura de conectividade. O investimento total para a construção das infovias é de R$ 1,7 bilhão, de acordo com o Ministério das Comunicações. Parte dos recursos virá da arrecadação do leilão do 5G.

Já foram iniciados os estudos para a implantação da Infovia 01 que interligará Santarém (PA) a Manaus (AM), passando por cinco municípios nos estados do Pará e quatro do Amazonas. A expectativa é que o lançamento ocorra no último trimestre de 2022, de acordo com o Ministério das Comunicações.