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Araripina: Após decisão do STF, Dr. Oscar Lins ressalta impactos da assistolia fetal

Foto: reprodução

Por Cidinha Medrado

No programa Araripina Urgente, desta terça-feira (28), apresentado pelo jornalista Roberto Gonçalves na Rádio Arari FM, o destaque foi a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a assistolia fetal para a realização do aborto após 22 semanas de gestação em caso de estupro. O médico conceituado em Araripina, doutor Oscar Lins, participou do programa e comentou sobre a polêmica questão levantada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Doutor Oscar Lins questionou a decisão do STF, ressaltando os impactos da assistolia fetal, procedimento que consiste em aplicar uma medicação que provoca a morte do feto no ventre da mãe. Ele enfatizou a gravidade dessa medida e as consequências para o bebê em desenvolvimento.

Em meio às discussões sobre o tema, o CFM recorreu da decisão de Alexandre de Moraes e solicitou que o caso seja redistribuído para o ministro Edson Fachin, argumentando que a questão está relacionada a uma ação em andamento no tribunal.

O programa Araripina Urgente continua acompanhando de perto os desdobramentos desse tema tão delicado e essencial para o debate público, com a participação ativa dos ouvintes e especialistas como o doutor Oscar Lins, que contribuem com suas análises e posicionamentos sobre questões pertinentes à área da saúde e ao direito reprodutivo das mulheres.

1ª Exposição da Agricultura Familiar de Ouricuri começa nessa sexta-feira (31)

Foto: divulgação

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Ouricuri, com apoio do Banco do Nordeste e prefeitura, promove a “1ª Exposição da Agricultura Familiar de Ouricuri – Expoafo” a partir dessa sexta-feira, 31.

Com o tema “A força que vem do campo”, o evento segue até domingo, 2 de junho, no Pátio de Eventos da cidade, contando com palestras, oficinas, exposição de animais e apresentações culturais de poetas, aboiadores e forrozeiros.

No sábado ocorre julgamento das raças e palestras durante o dia, além de atrações culturais à noite. Domingo tem a entrega da premiação e encerramento do evento ao meio-dia.

Pernambuco supera média nacional em alfabetização e fica entre os dez estados com a melhor colocação na série histórica

Foto: divulgação

Com 59% dos estudantes alfabetizados na idade certa, estado já superou a meta de 56,3% projetada para 2025 e está colocado no 9° lugar do ranking comparativo da série histórica

 
Pela primeira vez na história, a taxa de alfabetização de Pernambuco ficou acima da média nacional. De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 59% dos estudantes pernambucanos estão alfabetizados na idade certa. O número supera a taxa nacional, que é de 56%. Os dados são relativos a 2023 e foram apresentados, nesta terça-feira (28), pelo 1º Relatório de Resultados do Indicador Criança Alfabetizada. O Estado ainda aparece entre os dez com a melhor colocação na série histórica de alfabetização.
 
“Temos priorizado a educação por entendermos que a melhoria na qualidade do ensino, na infraestrutura das escolas e na garantia da permanência dos jovens na sala de aula transforma, de fato, a realidade do nosso Estado. Estamos trabalhando para ampliar o direito à alfabetização das crianças em todas as regiões, porque é desta forma que diminuímos as desigualdades e melhoramos a qualidade de vida dos pernambucanos”, destacou Raquel Lyra.
 
Pernambuco ainda obteve uma melhor colocação na série histórica de alfabetização. Em 2019, ocupava a 15ª posição no ranking, caindo para 16ª em 2021. No entanto, em 2023, subiu para a 9ª colocação, estando agora entre os dez melhores Estados do Brasil.
 
De acordo com os dados divulgados pelo MEC, Pernambuco ultrapassou a meta estabelecida pelo para 2023, que era de 45%. Com um aumento de 41% em relação à meta, o Estado já superou o objetivo projetado para 2025, que é de 56,3%. Outro destaque foi a alta taxa de participação dos estudantes nas avaliações, com 92% dos estudantes avaliados, sendo o terceiro melhor estado neste quesito.
 
“Este indicador é extremamente representativo para o nosso Estado. Pela primeira vez, ficamos acima da média nacional e em segundo lugar na região Nordeste. Chegamos à nona colocação, superando a meta deste ano, que era voltar para os índices pré-pandêmicos. O resultado demonstra a mobilização e o incentivo promovidos pelo Governo do Estado”, pontuou a secretária executiva de Desenvolvimento da Educação, Tárcia Silva.
 
O avanço de Pernambuco é ainda mais notável quando os dados são relacionados aos de anos anteriores. Em comparação à última avaliação, realizada em 2021, o Estado mais que dobrou o percentual de estudantes alfabetizados na idade certa, saltando de 28% para 59%, representando um aumento de 114%.
 
O Governo de Pernambuco tem executado o maior investimento da história na rede pública de ensino. Por meio do Juntos pela Educação, o orçamento de R$ 5,5 bilhões será aplicado até o ano de 2026 na melhoria das escolas, criação de 60 mil vagas de educação infantil e transporte escolar, por exemplo.

Levantamento do PoderData mostra Lula com pior nível de aprovação

Foto: Sebastião Moreira/EFE

Pela primeira vez desde o início do mandato, a taxa de desaprovação do governo Lula superou numericamente o índice de aprovação. Segundo um levantamento do PoderData, divulgado nesta quarta-feira (29), o governo Lula é desaprovado por 47% dos eleitores e aprovado por 45%.

Tecnicamente os números estão empatados quando se considera a margem de erro da pesquisa, porém, revelam a trajetória de queda do índice de aprovação do governo Lula, que atingiu seu menor patamar neste mês de maio.

No total, a aprovação caiu 7 pontos percentuais desde o início do mandato, quando o governo tinha 52% de avaliação positiva.

Já o percentual dos que desaprovam o governo Lula subiu 8 pontos percentuais desde janeiro de 2023, quando 39% dos eleitores avaliavam o governo negativamente.

Segundo o levantamento, os percentuais dos que consideram o trabalho pessoal de Lula “ótimo/bom” também apresentam uma trajetória de queda, passando de 36%, em  janeiro de 2024, para 28% em maio.

Já o grupo que considera o trabalho pessoal do presidente “ruim/péssimo” se manteve estável quando considerada a margem de erro. O índice tem oscilado de 35% a 37% desde janeiro de 2023.

Ainda, de acordo com a pesquisa, a taxa de eleitores que dizem preferir o governo do presidente Lula ao do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) despencou 13 pontos percentuais desde janeiro de 2024.

No início deste ano, 51% dos eleitores declararam que a gestão de Lula era “melhor” que a de Bolsonaro. Em março, a taxa caiu para 44% e agora está em 38%. É o menor patamar desde o início do mandato.

Os pesquisadores realizaram 2.500 entrevistas com eleitores maiores de 16 anos por meio de ligações para celulares e telefones fixos em 211 municípios nas 27 unidades da Federação, de 25 a 27 de maio de 2024. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e a confiança é de 95%.

Polícia prende um dos criminosos mais procurados de PE, conhecido como “Rei da Maconha”

Foto: divulgação PF

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Pernambuco (FICCO/PE) realizou a captura de um dos criminosos mais procurados do Estado, conhecido como “Rei da Maconha”. A operação contou com o apoio da Força Especial de Combate ao Narcotráfico da Bolívia (FELCN).

No último dia 25 de abril, o criminoso foi preso em Puerto Quijarro, Santa Cruz de La Sierra, Bolívia. Ele estava foragido desde abril de 2022 e foi transferido para a custódia de agentes brasileiros na fronteira da Ponte Internacional Bolívia-Brasil. A operação de translado envolveu policiais da FICCO-PE, que trouxeram o traficante de Corumbá (MS) até Recife (PE). Ele chegou ao Aeroporto dos Guararapes, na capital pernambucana, na noite desta terça-feira (28) e foi encaminhado ao sistema penitenciário pernambucano, onde ficará à disposição da 2ª Vara Regional de Execução Penal.

O homem, de 53 anos, natural do Recife, é acusado de vários crimes, incluindo falsificação de documentos, roubo e assalto a bancos, porte ilegal de armas e tráfico de drogas. Ele também é identificado como um dos principais fornecedores de entorpecentes em Pernambuco e membro da facção criminosa Comando Vermelho.

Professor araripinense aponta os principais fatores responsáveis por provocar as intensas inundações no Rio Grande do Sul

Foto: arquivo Blog do Roberto

Por Cidinha Medrado

O programa Debate Geral da Rádio Arari FM, comandado pelo jornalista Roberto Gonçalves, recebeu neste sábado (18), o professor de Geografia Crisnacleuton de Macedo para discutir a devastadora série de enchentes e alagamentos que assolaram o Rio Grande do Sul. A tragédia, que atingiu 2,3 milhões de pessoas, deixou um rastro de destruição, com milhares de casas, móveis, eletrodomésticos, livros e memórias perdidas. O número de mortos já chega a 163, com 88 pessoas ainda desaparecidas.

Crisnacleuton destacou o impacto profundo das chuvas na vida dos gaúchos, afetando não apenas a esfera individual, mas também a economia do estado e do país como um todo. As consequências econômicas também são graves, com o Rio Grande do Sul, um dos maiores produtores do Brasil, sofrendo perdas significativas. “O estado é o quarto maior entre os cinco maiores produtores do Brasil”, afirmou Crisnacleuton. “O impacto nas safras e na infraestrutura terá reflexos em todo o país, com aumento do preço de alimentos como o arroz, por exemplo.”

O professor de Geografia apontou para as mudanças climáticas como um dos principais fatores por trás da intensificação dos eventos climáticos extremos, como as enchentes no Rio Grande do Sul. “O planeta Terra já aqueceu 1 grau e se chegar a 2 graus, a vida no planeta ficará insustentável”, alertou Crisnacleuton. “Se chegar a 3 graus de aumento da temperatura média no planeta, a vida como a conhecemos será extinta.”

Embora reconheça a complexa natureza do problema, Crisnacleuton defende a necessidade de se buscar soluções e apontar responsabilidades. “É preciso a sociedade se precaver e parar de culpar um ao outro. Precisamos agir agora para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e evitar tragédias ainda piores no futuro”, afirmou.

Apesar da gravidade da situação, Crisnacleuton se mostra otimista em relação à capacidade do Rio Grande do Sul de se recuperar. “O Rio Grande do Sul é um estado com uma tradição empreendedora e de pessoas trabalhadoras. Eles vão se safar dessa tragédia e ressurgir como o grande estado brasileiro que sempre foi”, disse o professor.

Para o professor, o empreendedorismo será fundamental para a reconstrução do estado, ele acredita sempre que em todas as situações é preciso empreender, e assim, o Rio Grande do Sul vai voltar a ser o grande estado que sempre foi porque lá é um dos estados onde mais se empreende no país.

Crisnacleuton também ressalta a importância da tragédia no Rio Grande do Sul como um alerta para o Nordeste se inspirar no exemplo empreendedor do Rio Grande do Sul. “Essa tragédia vai afetar inclusive aqui em Araripina, que é tão distante. O Brasil inteiro está ameaçado pelas mudanças climáticas e precisamos agir agora. Eles produzem muito e sempre produziram. E não vai ser essa tragédia que vai fazer com que eles deixem de produzir”, explicou.

Sobre o aquecimento Global, o professor acredita ser uma Ameaça Real, destacando a urgência de medidas para combater esse problema. “O efeito estufa é causado pelo homem, pelo ser humano”, alertou Crisnacleuton. “Precisamos ser a favor do progresso, mas de forma sustentável, não destruindo a natureza”, ressaltou ele.

Ouricuri: Presidente da Câmara, Iran Severo, é agraciado com prêmio no 5° Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos

Foto: divulgação

No 5° Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos, realizado em João Pessoa, na Paraíba, o presidente da Câmara Municipal de Ouricuri-PE, Iran Severo, foi agraciado com o Prêmio Presidente de Câmara que mais investiu em infraestrutura em todo o Nordeste. Este evento, que reuniu líderes e representantes de todo o Brasil, destacou as melhores práticas e realizações no campo da administração pública.

A premiação de Iran Severo foi um dos destaques, inspirando outros líderes a seguirem o mesmo caminho de dedicação e eficiência.

“A infraestrutura é a espinha dorsal de qualquer instituição. Investir nela é garantir um futuro melhor para nossos cidadãos,” afirmou Iran Severo ao receber o prêmio. Ele destacou que o reconhecimento é resultado de um trabalho coletivo envolvendo todos os vereadores, funcionários da Câmara e a população que colaborou e apoiou as iniciativas.

O congresso é uma plataforma importante para a troca de experiências e conhecimento entre os vereadores. O evento abordou temas como inovação na gestão pública, políticas de sustentabilidade, fiscalização exercida pelo Poder Legislativo, entre outros.

Pernambuco é o único estado do Brasil a reduzir o desmatamento da Caatinga

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Segundo Relatório Anual de Desmatamento 2023, publicado nesta terça-feira (28), Estado reduziu em 35% o desflorestamento do bioma

 ⁠Pernambuco reduziu em 35% o desmatamento na Caatinga. Esse foi um dos principais resultados trazidos pelo Relatório Anual de Desmatamento 2023 (RAD 2023), produzido pelo MapBiomas Alerta, um sistema de validação de alertas de desmatamento de vegetação nativa. O documento foi divulgado nesta terça-feira (28) e pode ser acessado através do site https://alerta.mapbiomas.org/relatorio/.
 
Em números absolutos, em 2022 o desmatamento na Caatinga foi de 21,5 mil hectares, enquanto em 2023 o alerta da plataforma identificou uma supressão de 15,9 mil hectares na vegetação do semiárido pernambucano. “Pernambuco não somente está evitando o desmatamento, como está ativamente promovendo o reflorestamento do bioma. Em abril, lançamos o Edital Caatinga destinando R$ 16 milhões para o plantio de 500 mil árvores de espécies nativas do bioma. Estamos dando atenção à regeneração deste bioma, tão importante para nosso ecossistema”, destaca a governadora Raquel Lyra.
 
Dos nove estados que possuem a Caatinga – Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e Minas Gerais – Pernambuco foi o único que apresentou redução no desmatamento neste bioma. Em relação ao desmatamento geral, que inclui outros biomas, o RAD 2023 mostra que, no Nordeste, apenas em Pernambuco e Piauí os índices de supressão geral às vegetações caíram. 
 
Para a secretária de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha de Pernambuco, Ana Luiza Ferreira, os números de redução do desflorestamento no Estado, trazidos pelo Relatório Anual de Desmatamento 2023 (RAD 2023), são frutos da intensificação das ações de monitoramento, fiscalização e licenciamento feitas pela Agência Estadual de Meio Ambiente CPRH e são os primeiros resultados da nova política pública ambiental de Pernambuco, que valoriza o meio ambiente como vetor de desenvolvimento. “É mais floresta. É mais carbono capturado. É mais potencial de bioprospecção. É também mais potencial de biotecnologia e menos aquecimento global”, comemora Ana Luiza Ferreira. 
 
Este é o 5º ano consecutivo em que o MapBiomas Alerta divulga o raio-x do desmatamento em todos os biomas brasileiros. “Pernambuco está de parabéns pelo trabalho realizado”, disse o coordenador técnico do MapBiomas Caatinga, Washington Rocha, durante a apresentação do Relatório nesta terça (28), transmitido pelo canal do YouTube da Instituição para todo o país (https://www.youtube.com/watch?v=BjC9Vy7hu3k) .
 
Segundo o RAD 2023, nos últimos cinco anos o Brasil perdeu 8,5 milhões de hectares de vegetação nativa, o equivalente a duas vezes o estado do Rio de Janeiro. Porém, 2023 representou um ponto de inflexão nesse processo. Esse resultado foi graças a uma queda de 11,6% na área desmatada. Essa redução se deu mesmo com um aumento de 8,7% no número de alertas, na comparação com 2022.
 
Ainda de acordo com os dados do RAD 2023, também houve redução de 28,7% no desmatamento da Mata Atlântica em Pernambuco. Em 2022, havia tido supressão de 335,83 mil hectares de Mata Atlântica no estado, e em 2023, esse número foi de 239,37 mil hectares.
 
EDITAL – Um dos principais esforços de Pernambuco para preservar a Caatinga é o investimento de R$ 16 milhões para o plantio de 500 mil espécies nativas do bioma, inclusive aquelas usadas no cultivo da agricultura familiar, em sistemas agroflorestais. Para a execução do reflorestamento, está aberto até amanhã quinta (30/05), pelo Governo de Pernambuco, o Edital Caatinga, processo público direcionado a organizações da sociedade civil com experiência em recuperação ambiental e reflorestamento. (Link do edital: https://www2.cprh.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Edital-da-Caatinga_2.pdf) .

Pesquisa: 57% dos brasileiros acreditam que país está no rumo errado com Lula

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Uma pesquisa do instituto Ipsos aponta que a maioria da população brasileira avalia que o País está “na direção errada”. De acordo com o levantamento, 57% dos brasileiros tem essa opinião sobre o caminho do Brasil. É o maior índice registrado no mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de acordo com a pesquisa mensal. Já 43% opinam que o País está no rumo certo.

A pesquisa What Worries the World avalia questões sociais e políticas em 29 países. No levantamento de maio, a inflação foi apontada como a maior preocupação entre todos os países pesquisados. No Brasil, a questão não é a principal aflição da população. Para os brasileiros, 23% consideram a inflação como uma preocupação. A média mundial é de 34%. No País, a maior preocupação hoje é com o crime e a violência (46%).

Entre os países avaliados, o Brasil ocupa a 21ª posição no ranking das populações mais críticas aos rumos do País. Os holandeses mostram o nível mais baixo de otimismo, com 79% de percepção de que o País está na direção errada. A média global é de 62% de pessimismo em relação aos caminhos tomados pelas nações.

Desemprego

Dos países que listam o desemprego como a sua principal preocupação, a África do Sul lidera o ranking com 67% de percepção da população. A Colômbia aparece com 45%, Índia com 44% e Argentina, com 43%. A questão é citada por 26% dos brasileiros.

Corrupção

Um quarto (26%) dos 29 países mencionam a corrupção financeira e política como uma preocupação em seu país. A população da Indonésia é a mais preocupada com a corrupção (65%), seguida pelos moradores de Peru (53%), África do Sul (51%) e Malásia (48%). O tema é a preocupação de 27% dos brasileiros, um ponto porcentual acima da média mundial, de 26%.

Violência

O Brasil ocupa a sexta posição do ranking quando o tema é a percepção sobre violência como a maior preocupação da população, com 46%. O País está atrás apenas de Chile (69%), Suíça (64%), África do Sul (56%), Peru (54%) e México (52%).

A pesquisa foi aplicada a 24.686 pessoas de 29 países, entre 15 de abril e 3 de maio, por meio de um painel virtual. A margem de erro é estimada em 3,1 pontos porcentuais para mais ou menos, de acordo com o instituto Ipsos.

AGU é acionada contra Haddad por “fake news” sobre economia

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O senador e líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), entrou com uma representação na Advocacia-Geral da União (AGU) contra o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por “desinformação sobre a economia brasileira e sobre a credibilidade das políticas públicas implementadas”.

“Acionamos a AGU contra o ministro Fernando Haddad por desinformar sobre os precatórios e déficit público. Solicitamos investigação e eventual responsabilização pela disseminação de informações falsas. São inaceitáveis as narrativas distorcidas e manipulação de dados fiscais de um governo que tanto acusa seus críticos de fake news”, escreveu senador na rede social X.

A representação tem como base as declarações de Haddad durante audiência pública realizada na Comissão de Finanças e Tributação na Câmara dos Deputados em 22 de maio de 2024.

Na ocasião, Haddad disse que o Orçamento de 2023 foi enviado pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) com a estimativa de um déficit primário de R$ 63 bilhões, mas deixava de fora despesas como bolsa família (R$ 60 milhões), precatórios (R$ 90 milhões), previdência social (R$ 15 bilhões) e compensação do ICMS a governadores (R$ 26,9 milhões).

“Herdamos um problema fiscal de R$ 250 bilhões a R$ 300 bilhões. Eu estou apresentando um número. Eu estou apresentando as contas públicas tais como elas são. Nós recebemos um problema fiscal, em 2023, dessa ordem”, afirmou Haddad na audiência.

Ao responder ao deputado Felipe Barros (PL-RR), Haddad acusou o governo Bolsonaro de ter dado um “calote” de R$ 90 bilhões nos precatórios.

“Nós pagamos um calote do governo anterior, e o senhor [deputado Felipe Barros] coloca isso na conta do presidente Lula, que nunca deu calote. Só houve, desde a redemocratização, dois presidentes que deram calote: o Collor e o Bolsonaro“, declarou o ministro.

Na representação enviada à AGU, o senador Rogério Marinho citou a Medida Provisória (MP) 1.200/23, de dezembro de 2023, em que o governo Lula “aponta estoque de precatórios equivalentes a R$ 92 bilhões que não haviam sido previstos nas Leis Orçamentárias de 2022, 2023 e 2024, em função da PEC dos Precatórios. Desses R$ 92 bilhões, R$ 62 bilhões são referentes aos exercícios de 2023 e 2024 (governo Lula). Somente R$ 30 bilhões do Governo Bolsonaro”.

“Por essas razões, é falsa a afirmação de que o déficit de R$ 90 bilhões é a ‘maior’ causa para um suposto ‘calote’, como o ministro insiste em repetir. Portanto, não há que se falar em ‘calote’ do governo Bolsonaro. Além disso, o governo Lula se beneficiou da PEC dos Precatórios. Na oportunidade de aprovação da PEC da Transição, o governo Lula poderia ter revogado a PEC dos Precatórios, mas não o fez. O espaço fiscal resultante foi aproveitado para acomodar R$ 62 bilhões em gastos extras, apesar da narrativa contrária à medida”, diz um trecho da representação.

Rogério Marinho acionou a AGU através da Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia (PNDD), órgão criado pelo governo Lula para combater a “desinformação sobre políticas públicas”.

Na semana passada, a equipe econômica do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, também contestou as falas e os dados apresentados por Haddad na audiência da Câmara.

Prefeitura de Araripina transfere ponto facultativo do Corpus Christi para 21 de junho

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O município de Araripina publicou nesta quarta-feira (29) o Decreto nº 030/2024, que transfere o ponto facultativo do Dia de Corpus Christi para 21 de junho, sexta-feira que antecede o feriado de São João (24).

Com a alteração, nesta quinta-feira (30) haverá expediente normal nos órgãos e entidades da administração municipal. No dia 21 de junho, estarão em funcionamento apenas serviços indispensáveis.

Arari FM – 29 maio 2024: Roberto Gonçalves apresenta as principais notícias do dia

Foto: Blog do Roberto

Se você perdeu o Araripina Urgente desta quarta-feira, 29 maio de 2024, programa que é apresentado pelo radialista Roberto Gonçalves de segunda a sexta-feira, das 7h às 9h, pela Arari FM 90,3, a Rádio Forte do Sertão, e quer assistir o tirinête de notícias agora, é só clicar no player abaixo.

Alepe: Audiência discute abandono dos projetos públicos de irrigação do Sistema Itaparica

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Assentados reclamam de cortes de energia que prejudicam a produção do perímetro irrigado, além de interromper também o abastecimento de água

Comissão de Agricultura da Alepe promoveu nesta terça (28) uma audiência pública para debater os problemas enfrentados por 25 mil famílias que vivem e trabalham nos projetos públicos de irrigação do Sistema Itaparica, localizados no Sertão de Itaparica e no Sertão do São Francisco, em Pernambuco, bem como no estado da Bahia.

As famílias foram deslocadas para a construção da Hidroelétrica Luiz Gonzaga, inaugurada pela Chesf em 1988, e que inundou mais de 83 mil hectares de terra. Reassentadas em uma faixa de 150 quilômetros entre Pernambuco e Bahia,  ao longo do lago Itaparica, elas reclamam da precarização da assistência prestada pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e de cortes de energia que prejudicam a produção do perímetro irrigado, além de interromper também o abastecimento de água.

CODEVASF – Luís Napoleão Casado disse que não há recursos para a manutenção do sistema. Foto: Amaro Lima

O diretor de irrigação da Codevasf, Luís Napoleão Casado, disse que não há recursos suficientes para a manutenção do sistema. “Qual é o recurso hoje necessário? Cerca de R$ 100 milhões: R$ 30 milhões o que a Bahia colocou, R$ 1 milhão que estava no orçamento. Então nós precisamos de R$ 70 milhões para fazer a operação de Pernambuco. E o que acontece hoje? É que nós temos mais de R$ 20 milhões de débito de energia e, lamentavelmente, pode ficar certo que não foi uma decisão fácil, tivemos que suspender o contrato de operação e manutenção porque não temos orçamento”, afirmou.

Ainda segundo o diretor, o passivo vem se acumulando ao longo dos anos. Desde 2014, quando a Chesf deixou de ser a responsável pelo fornecimento de energia, as dotações orçamentárias têm diminuído. Ele sugeriu usar dinheiro do fundo para revitalização do São Francisco, criado a partir da privatização da Eletrobrás, na recuperação dos projetos de Itaparica. Também propôs que a transferência da gestão seja feita ao longo de um período definido e com diálogo entre todos os envolvidos.

AGRICULTORES – Admilson Nunis lembrou os compromissos firmados com os reassentados. Foto: Amaro Lima

Coordenador do Polo Sindical de Pernambuco e Bahia e reassentado do Projeto Brígida, de Orocó, no Sertão do São Francisco, José Dionísio exibiu imagens que mostram sistemas de irrigação ultrapassados e sem manutenção. Ele pediu a homologação de um contrato de cogestão envolvendo todos os entes governamentais envolvidos.

“O Governo Federal não pode entregar o Sistema de Itaparica aos reassentados sem antes cumprir os compromissos firmados”, avaliou, por sua vez, o diretor da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Pernambuco (Fetape) Admilson Nunis. “Como é que os trabalhadores vão pagar esse custo? Por isso é que no acordo de 1986 está colocado o compromisso do estado em relação a Itaparica. Os reassentados estão dispostos a assumir o seu compromisso, porém, o estado, através dos governos Federal, municipal e estadual, precisa também fazer a sua parte. Nós temos milhões de dívida de energia, nós temos tubulações que não passam mais água, então, como é que a gente vai fazer? O povo de lá vai sair para outra terra? Para onde?”, questionou. Nunis cobrou ainda ações do Governo de Pernambuco que possam desenvolver a economia da região, forte na agricultura familiar.

FRENTE – José Almir Cirilo afirmou que o Governo do Estado está disposto a buscar soluções em Brasília. Foto: Amaro Lima

Brasília

Secretário de Recursos Hídricos de Pernambuco, José Almir Cirilo disse que o Governo de Pernambuco está disposto a integrar uma frente ampla para buscar soluções em Brasília. Disse também que pretende realizar visita à região para conversar com prefeitos e desenvolver estudos técnicos de possíveis convênios.

Um pedido de audiência com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, está entre os encaminhamentos citados pelo presidente da Comissão de Agricultura, deputado Doriel Barros (PT). Ele também defendeu o retorno da mesa de diálogo com todos os envolvidos para construir uma proposta de estruturação do perímetro. “Nós vamos conversar com a governadora, porque há um recurso do fundo de reserva da privatização da Celpe (antiga empresa estatal de energia, atual Neoenergia Pernambuco). Foi dito aqui que o Governo lavou as mãos há muito tempo em relação ao reassentamento. Chegou a hora de enxugar as mãos e ir para dentro da construção que estamos fazendo”, defendeu

A audiência desta terça contou ainda com a participação do deputado federal Carlos Veras (PT), do bispo da Diocese de Floresta, Dom Gabriel Marchesi, dos prefeitos dos municípios de Petrolândia, no Sertão de Itaparica, em Pernambuco, e Curaçá, na Bahia, além dos deputados estaduais João Paulo (PT), Rosa Amorim (PT), Fabrízio Ferraz (Solidariedade), Luciano Duque (Solidariedade) e João Paulo Costa (PCdoB). Agricultores, prefeitos e vereadores da região também compareceram ao debate.

Moraes se despede da presidência do TSE nesta quarta após dois anos

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O ministro Alexandre de Moraes se despede nesta quarta (29) da presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em que será substituído pela ministra Cármen Lúcia a partir da próxima segunda (3). A sessão está marcada para às 9h.

Moraes não esteve no tribunal na terça (28) devido ao falecimento do pai, Léon Lima de Moraes, sepultado em São Paulo em uma cerimônia restrita a amigos e familiares.

Moraes preside o TSE desde 16 de agosto de 2022 e conduziu as eleições presidenciais mais polarizadas da história do Brasil com o mote ao que classificou como combate às supostas “fake news” na visão dele. Adotou medidas polêmicas no período — principalmente entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) –, como o bloqueio de perfis e a exigência de remoção rápida de conteúdos das redes sociais com a alegação de que poderiam influenciar no resultado eleitoral.

Após as eleições, Moraes pautou ações que resultaram na inelegibilidade de Bolsonaro, como a ação sobre a reunião com embaixadores estrangeiros onde Bolsonaro questionou as urnas eletrônicas. Em seguida, Bolsonaro foi condenado por supostamente utilizar as comemorações do Bicentenário da Independência como atos de campanha.

Apelo para frear a censura estatal brasileira é levado a órgão internacional de direitos humanos
Com o aumento das críticas, Moraes tentou uma aproximação com o mundo político no final do mandato, como a absolvição do senador Sergio Moro (União-PR), na semana passada, por decisão unânime no TSE. E também optou por não pautar o caso envolvendo o senador Jorge Seif (PL-SC), aliado de Bolsonaro, que será analisado sob a gestão de Cármen Lúcia.

Moraes deixa a presidência da Corte eleitoral já deixando prontas todas as regras para as eleições municipais deste ano, entre elas uma parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para retirar rapidamente do ar conteúdos considerados como “fake news” ou “discurso de ódio”.

Além de ser a última sessão de Moraes, o TSE julga o recurso contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que condenou o ex-governador Anthony Garotinho a 13 anos e nove meses de prisão, multa e inelegibilidade por crimes eleitorais em Campos dos Goytacazes (RJ) em 2016.

Também deve retomar o julgamento sobre uma suposta fraude à cota de gênero pelo Republicanos em Granjeiro (CE) nas eleições 2020 e analisar as contas do diretório nacional do Partido da Mulher Brasileira (PMB) referentes àquela campanha eleitoral.

O tribunal julga, ainda, um recurso sobre a cassação do mandato do vereador Janderson Flavio Mantovani (Rede), eleito em Maringá (PR) nas eleições de 2020, por infidelidade partidária.

Ainda nesta sessão administrativa, os ministros analisam duas consultas: uma de um deputado federal sobre regra de inelegibilidade e outra do PDT sobre justa causa para desfiliação sem perda de mandato em federação partidária.

Suplente de vereador morre após ser baleado no Sertão de Pernambuco

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Dois homens em uma moto mataram a tiros na noite dessa segunda-feira, 27, em Calumbi, no Sertão do Pajeú, o suplente de vereador Arnou Nunes da Silva, 70 anos.

Arnou estava conversando na Rua Antônio Gomes de Lima, no momento que os algozes chegaram e efetuaram os disparos de arma de fogo contra ele.

Após deflagrarem vários disparos, os assassinos fugiram tomando rumo desconhecido e o idoso morreu no local. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Caruaru. As informações são do Blog do Alvinho Patriota.

Com investimento de R$ 15 milhões, Raquel Lyra anuncia a 24ª edição da Fenearte e lança o Programa Pernambuco Artesão

Foto: divulgação

Uma das novidades é a venda antecipada dos ingressos, que já podem ser comprados

 
A 24ª edição da Fenearte – Feira Nacional de Negócios do Artesanato – foi lançada no auditório do Centro de Artesanato, nesta terça-feira (28), pela governadora Raquel Lyra e a sua vice, Priscila Krause. Este ano, o evento recebe o aporte total de R$ 15 milhões por parte do Governo do Estado. A edição anual da maior feira de artesanatos da América Latina terá como tema “Sons do Criar – Artesanato que Toca a Gente”. A feira será realizada de 3 a 14 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. 
 
“A 24ª edição da Fenearte tem como tema os sons que estão nos ateliês de cada um daqueles que fazem parte da nossa cultura e da nossa história. Serão cinco mil expositores, nesta edição que vai extrapolar os muros do Centro de Convenções de Olinda, chegando ao Interior. Assinamos um convênio com o Sebrae para trabalhar o programa de Pernambuco Artesão, para garantir melhor qualificação aos nossos artistas, de quem faz a economia criativa de Pernambuco, para que os artesãos possam viver do seu ofício no seu chão e não somente a grande culminância, que é a Fenearte”, destacou Raquel Lyra.
 
O grande homenageado da edição será o Mestre Nado, artesão olindense conhecido por sua produção de instrumentos musicais a partir do barro. Ele será homenageado com uma exposição no Mezanino do Centro de Convenções, na mesma área onde acontecem as Oficinas Fenearte.
 
A feira é uma realização da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe). Ao todo, irão participar mais de cinco mil artesãos, expositores e empreendedores pernambucanos e também vindos de outros estados e até de outros países. Os artistas irão expor em cerca de 700 espaços de comercialização.
 
“Nesta edição a gente chega ao Interior, com o circuito Fenearte, onde também vamos ofertar qualificação profissional e empreendedorismo. Vamos valorizar esses artesãos não só durante a Fenearte, mas antes e depois da sua realização. Então, o projeto de investir na economia do artesanato pernambucano perpassa a feira, expandindo por todo o Estado”, afirmou o presidente da Adepe, André Teixeira Filho.
 
Uma das novidades deste ano é a ampliação da entrada de acesso dos visitantes. Também haverá aumento no número de bilheterias, passando de 18 para 30. Além disso, serão instalados totens de autoatendimento, balcão de informações e telas para que os visitantes acompanhem a programação diária da feira.
 
“A Fenearte se consolidou enquanto importante política pública do Estado e como ambiente de relevância para o desenvolvimento da cadeia do artesanato e da economia de Pernambuco. Nosso desafio agora é tornar a feira ainda melhor. Temos novidades que trarão maior conforto, acesso e melhores experiências para todos”, disse a diretora-geral de Promoção da Economia Criativa da Adepe e diretora-executiva da Fenearte, Camila Bandeira.
 
A expectativa é superar o público de 315 mil pessoas que frequentou a feira no ano passado. Otimismo que se reflete no recorde de inscrições para o setor Individual Pernambuco, que reúne artesãos do Estado: 1.400 candidatos para os 300 estandes disponíveis nesta área.
 
PERNAMBUCO ARTESÃO – Na ocasião do lançamento, a governadora Raquel Lyra assinou, junto ao presidente do Sebrae, Murilo Guerra, o convênio que dá início ao Programa Pernambuco Artesão. A iniciativa consiste numa série de ações, como a continuidade do Estudo da Cadeia Produtiva do Artesanato, iniciado na edição passada; seminários e jornadas criativas em sete regiões do Estado; oficinas, palestras e participação em feiras nacionais.
 
MESTRES – Dois mestres do artesanato pernambucano, com trabalhos já reconhecidos, passam a integrar a Alameda dos Mestres da Fenearte: Nicinha, de Caruaru, e Saúba, de Jaboatão dos Guararapes.
 
Cleonice Otília da Silva, a Nicinha, tem o barro como matéria-prima para as suas criações, que são acompanhadas por poemas seus. Sua inspiração é a arte figurativa e imaginativa do Mestre Galdino. A artesã mantém ateliê no Alto do Moura e participa do grupo Flor do Barro.
 
José Antônio da Silva, o Saúba, é conhecido por fazer brinquedos populares de madeira, como o mané-gostoso (boneco articulado, com braços ligados por barbante a hastes de madeira) e o rói-rói.
 
INGRESSOS – Pela primeira vez, haverá venda antecipada de ingressos. A medida vai evitar a formação de longas filas durante a feira e traz mais comodidade aos visitantes. As vendas estão abertas pelo site https://www.evenyx.com/24a-fenearte e em pontos de venda físicos: nos shoppings Boa Vista (quiosque Ticket Folia), Guararapes (Loja Artesanato de Jaboatão), Patteo (loja Cobogó Collab), Paulista North Way (loja Luckwu Artes), Plaza (loja Crabolando), Recife (quiosque Ingresso Prime), RioMar (quiosque Ingresso Prime) e Tacaruna (lojas Club da Miçanga e Cia. da Montagem). Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (entrada), de segunda a quinta-feira; e R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia), de sexta-feira a domingo.
 
O evento contou com a presença dos deputados estaduais Antônio Morais e France Hacker, dos secretários estaduais Amanda Aires (Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo), Cacau de Paula (Cultura), Mauricélia Montenegro (Ciência, Tecnologia e Inovação), Bianca Teixeira (Procuradoria Geral do Estado), Mariana Melo (Mulher), Daniel Coelho (Turismo e Lazer) e Cícero Morais (Desenvolvimento Agrário, Pecuária e Pesca). Também participaram a presidente da Fundarpe, Renata Borba; o presidente da Empetur, Eduardo Loyo; a presidente do IPA, Ellen Viegas, e o presidente da CEPE, João Freire.

Mais impostos: Compras internacionais de até US$ 50 serão taxadas em 20%

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Acordo sobre alíquota foi discutido por Arthur Lira, Lula e líderes da Casa

Por Folha de São Paulo

Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (28) projeto que tributa as compras de até US$ 50 em sites estrangeiros, como as plataformas asiáticas Shein, Shopee e Aliexpress, com uma alíquota de 20%.

Hoje, as compras até esse valor são isentas da cobrança do Imposto de Importação e motivo de um embate que se arrasta há mais de um ano entre as empresas nacionais, as plataformas e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A taxação foi incluída no projeto de lei que cria o Mover (Programa Mobilidade Verde e Inovação), um programa do governo para a descarbonização do setor automotivo. A votação nesta terça foi simbólica, quando não há contabilização dos votos.

Agora, o texto seguirá para o Senado, e deve ser apreciado na Casa nesta quarta-feira (29).

Inicialmente, o relatório do deputado Atila Lira (PP-PI) havia proposto acabar com a isenção de compras internacionais. Nesta terça, no entanto, ele apresentou dois pareceres: o primeiro com alíquota de 25% e o segundo, de 20%.

Esse meio-termo foi fruto de acordo selado na noite desta terça entre líderes da Câmara e o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e que teve o aval do próprio presidente Lula, segundo pessoas que acompanharam as negociações. Mais cedo, o alagoano se reuniu com o petista para tratar do assunto. Lula era contrário à taxação e chegou a dizer que vetaria o fim da isenção, caso o Congresso aprovasse.

Ao final do dia, Lira afirmou que o acerto foi “o possível para esse momento”. Questionado se esse tema poderia ser discutido num segundo momento, o presidente da Câmara disse que isso deverá ser tratado na regulação da reforma tributária.

“O segundo round virá na discussão da reforma tributária, nas questões de uma equiparação de impostos mais justos e mais claros para todo o setor produtivo. Então, nesse momento, é um passo importante que se dá. E aqui a nossa visão não foi contra ninguém, ninguém quer fazer nada contra ninguém, foi em socorro à empresa, à indústria nacional e aos empregos que ela gera de todos os brasileiros”, afirmou.

Os estados já cobram hoje uma alíquota de 17% nas compras internacionais de até US$ 50 por meio de plataformas online, e os governadores estudam subir a taxação para 25%, movimento que tem apoio nos bastidores do Ministério da Fazenda, de acordo com pessoas a par do tema.

Estudos da indústria nacional apontam que a taxação teria que ser entre 35% e 60% para garantir condições de igualdade das empresas brasileiras com os estrangeiros.

A Receita Federal tentou acabar com a isenção de pessoas físicas e taxar as compras com uma alíquota de 60% para fechar brechas para fraudes e sonegação nessas compras internacionais. A notícia repercutiu mal e serviu nas redes sociais para ataques de bolsonaristas ao governo Lula.

Na época, o governo teve acesso a pesquisas de monitoramento que apontaram que a grande maioria dos comentários sobre o assunto foram negativos. A pesquisa mostrou que uma ampla maioria dos comentários sobre o fim da isenção de impostos no envio de encomendas de até US$ 50 (R$ 250) do exterior foi negativa.

primeira-dama Rosângela da Silva, Janja, e o PT foram contra o fim de isenção. O governo recuou e acabou criando o programa Remessa Conforme com a isenção para as plataformas que aderissem ao sistema.

As empresas nacionais (indústria e varejistas) não aceitaram e entraram com uma ação via CNI (Confederação Nacional da Industria) e CNC (Confederação Nacional do Comércio), o que aumentou a pressão. A FPE (Frente Parlamentar do Empreendedorismo), com forte presença de representantes dos varejistas, se mobilizou para que o Congresso aprovasse a taxação.

Antes da votação nesta terça, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acusou o governo Jair Bolsonaro de ter criado o problema da isenção do Imposto de Importação. Segundo ele, o governo passado transformou “o contrabando em política de Estado”.

“Penso que o Congresso tem que dar uma resposta a um problema que não foi criado agora. Foi criado pelo governo anterior, que transformou o contrabando em política de Estado. Não se fez nada. É curioso como ninguém cobra isso”, atacou. “O contrabando foi oficializado no Brasil e as coisas tomaram essa proporção. Agora o Congresso está tomando para si a tarefa de mediar. E é papel do Congresso fazer essa mediação. Não vai recair sobre um partido ou um líder. Tem que ser uma mediação social”, afirmou.

Para o ministro da Fazenda, essa não é uma questão que poderia ser tratada do ponto de vista partidário e, sim, sobre o ponto de igualdade de condições de competição.

“O Congresso está fazendo uma mediação entre os vários interessados e o melhor é tratar o problema como uma questão de Estado. E não como uma questão ideológica menor. Uma questão de Estado. Estado brasileiro que está protegendo, na medida correta, a competição em condições isonômicas, iguais de competição. É disso desde o começo que se trata”, disse Haddad após conversar com o presidente Lula antes da votação do projeto.

O Mover, projeto em que a taxação foi inserida, é uma das prioridades do governo e foi criado no início do ano, por uma medida provisória, que tem validade na próxima sexta-feira (31). Por isso, o governo tinha pressa para aprovar a matéria.

Ele sucede o programa Rota 2030 e busca ampliar as exigências de sustentabilidade da frota automotiva e estimular a produção de novas tecnologias nas áreas de mobilidade e logística. Um dos objetivos é incentivar a descarbonização, promovendo combustíveis alternativos.

Empresas habilitadas no regime poderão usufruir de créditos financeiros se realizarem gastos em pesquisa e desenvolvimento e investimentos em produção tecnológica realizadas no país.

Os créditos estão limitados a R$ 3,5 bilhões em 2024, R$ 3,8 bilhões em 2025, R$ 3,9 bilhões em 2026, R$ 4 bilhões em 2027 e R$ 4,1 bilhões em 2028.

O projeto também cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico (FNDIT), para apoiar programas do setor. Ele será instituído e gerenciado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Congresso impõe derrotas a Lula, e governo sofre ampla traição entre partidos aliados

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

Por Folha de São Paulo

Em mais um fracasso da articulação política do governo, o Congresso Nacional aplicou nesta terça-feira (28) um pacote de derrotas ao presidente Lula (PT), em votações que tiveram ampla dissidência entre partidos aliados.

No ponto mais polêmico, que contou com empenho do governo em negociações nas últimas semanas, os parlamentares derrubaram o veto de Lula a trecho da lei que acaba com as saídas temporárias de presos.

A decisão do petista mantinha a autorização para detentos visitarem familiares em datas comemorativas, mas acabou anulada com o voto de 314 deputados federais e 52 senadores.

Apesar de ministros terem sido destacados para tentar manter o veto de Lula, parlamentares afirmavam, sob reserva, que esse empenho estava aquém do necessário, já que o projeto é caro para bancadas expressivas no Congresso, como a da bala.

Os congressistas mantiveram ainda veto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), barrando a tipificação do crime de “comunicação enganosa em massa”, que constava em texto aprovado em 2021 que substituiu e revogou a Lei de Segurança Nacional.

A votação foi encerrada na Câmara dos Deputados com 317 votos a 139 a sob os gritos de “Lula ladrão, seu lugar é na prisão” —houve 118 votos a menos que o necessário para reverter a vontade de Bolsonaro.

O dispositivo vetado por Bolsonaro previa multa e pena de um a cinco anos de prisão para quem “promover ou financiar, pessoalmente ou por interposta pessoa, mediante uso de expediente não fornecido diretamente pelo provedor de aplicação de mensagem privada, campanha ou iniciativa para disseminar fatos que sabe inverídicos, e que sejam capazes de comprometer a higidez do processo eleitoral”.

Bolsonaro atuou para evitar a derrubada dos vetos e, na semana passada, participou de um almoço da bancada ruralista e pediu para que os deputados e senadores presentes tentassem impedir mudanças.

A esquerda tem tamanho minoritário na Câmara e no Senado, mas Lula buscou formar sua base de apoio distribuindo ministérios a partidos de centro e de direita, em um primeiro momento para União Brasil, PSD e MDB —cada uma das legendas têm três representantes na Esplanada.

No ano passado, Lula fez uma reforma ministerial, abrindo espaço no primeiro escalão para o PP e o Republicanos, numa tentativa de consolidar sua base na Câmara.

Isso lhe deu uma folgada maioria no papel, mas, na prática, a fragilidade de sua base de sustentação é constantemente demonstrada em votações no Congresso.

O mapa de votação na derrubada do veto sobre as saidinhas mostra traições em todos esses partidos, principalmente na União Brasil, cuja bancada de 58 deputados votou em peso contra Lula —o petista teve o apoio apenas de Daniela Carneiro (RJ), sua ex-ministra do Turismo, que deixou o cargo justamente para acomodar outras forças dentro da legenda.

O PP de Arthur Lira (AL) também apoiou majoritariamente a derrubada do veto de Lula —43 votos contra 7 que, embora não tenham votado a favor do Planalto, se ausentaram.

Republicanos e PSD também se posicionaram majoritariamente contra Lula. Só o MDB registrou uma maioria apertada pró-governo.

O único êxito de Lula na sessão do Congresso desta terça foi a manutenção do veto à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que, se derrubado, ampliaria o poder do Legislativo sobre o orçamento federal.

Essa vitória, porém, só ocorreu após o governo ceder antecipadamente ao centrão uma fatia bilionária das emendas parlamentares a tempo das eleições municipais.

Um membro do governo, no entanto, minimizou sob reserva os resultados da sessão. Ele disse que o Executivo tinha como questão central a manutenção do veto ao cronograma de emendas na LDO e que as demais derrotas já estavam precificadas.

No caso do veto da saidinha, porém, o próprio Lula afirmou a ministros e líderes do governo que a manutenção do veto era prioridade e pediu empenho na articulação política.

Para derrubar um veto presidencial, é preciso o apoio da maioria absoluta na Câmara dos Deputados (257 votos dos 513) e no Senado (41 votos dos 81).

Em outra derrota de Lula desta terça, a oposição conseguiu apoio da maior parte dos partidos de centro e de direita para manter na Lei de Diretrizes Orçamentárias diretrizes que fazem parte da agenda de costumes do bolsonarismo.

Em dezembro do ano passado, os congressistas aprovaram dispositivos que, entre outras coisas, impediam o Executivo de incentivar e financiar atos como invasão de terra, cirurgias em crianças para mudança de sexo e realização de abortos não previstos em lei.

Lula vetou esses trechos, mas o Congresso os recolocou nesta terça, também por ampla maioria —339 votos a 107 na Câmara e 47 a 23, no Senado.

A articulação de Lula no Congresso é comandada formalmente por Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais e desafeto do presidente da Câmara, Arthur Lira.

Além dele, formam o time o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), o líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e o líder na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

Como a Folha mostrou, a atuação de Randolfe tem sido criticada por parlamentares. As queixas não são restritas a membros da oposição. Nos bastidores, parlamentares da própria base do governo se mostram insatisfeitos com o que classificam de falta de traquejo político do senador.

Durante a votação do veto das saidinhas, nesta terça, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) disse que o combo de resultados impunha uma derrota “de lavada” no Palácio do Planalto.

“É um dia que realmente devemos parabenizar a liderança da oposição e da minoria, tanto no Senado quanto na Câmara, pelo belo trabalho. Parabéns à minoria e oposição que hoje fazem um dia histórico dando uma lavada no governo”, afirmou.

No Senado, até mesmo a senadora professora Dorinha (União Brasil-TO), uma das vice-líderes do governo na Casa, orientou a bancada da União Brasil a acabar com as saidinhas —contrariando a orientação de Lula.

A senadora Daniela Ribeiro (PSD-PB), outra vice-líder do governo do Senado, também votou contra o Palácio do Planalto e ajudou a encorpar o placar desfavorável de 52 a 11.

“Foi muito mais do que vetar as saidinhas. Foi um grito ao governo Lula: não às pautas da esquerda e ouçam o Brasil”, escreveu nas redes sociais após a votação o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do Progressistas e ex-ministro de Bolsonaro.

Um líder da base governista de Lula na Câmara diz, sob reserva, que o resultado da sessão do Congresso desta terça precisa provocar uma mudança de postura no Executivo que, nas palavras dele, “precisa acordar”.

No fim do dia, Lira minimizou as derrotas do governo na sessão e disse que é difícil que os parlamentares mudem de posição sobre um tema após votações expressivas nas Casas. Ele afirmou que o governo “se esforçou”.

“O governo conseguiu vitórias na questão do Congresso, retardou o máximo que pôde tentando dialogar, mas infelizmente determinados assuntos ultrapassam, inclusive, a persuasão de líderes nas suas bancadas. Os temas que foram tratados hoje são exemplos disso”, disse à imprensa.

O presidente da Câmara afirmou que preza pela independência e harmonia entre os Poderes e que cada um deve cumprir sua função constitucional, com “diálogo acima de tudo”.

“Não posso analisar como derrota nem vitória, porque seria uma derrota para o parlamento modificar um texto que o próprio parlamento aprovou”, disse.

Em Brasília, Pimentel anuncia emenda de R$ 335 mil para saúde de Araripina

Foto: reprodução redes sociais

A conquista é fruto da solicitação feita pelo ex-prefeito Lula Sampaio e pela vereadora Camilla Sampaio

O prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, está em Brasília cumprindo agenda, e nesta terça-feira (28), aproveitou para visitar o gabinete do deputado federal Lucas Ramos. O chefe do executivo araripinense, agradeceu pessoalmente ao deputado pela emenda de R$ 335 mil que ele destinou à saúde do município.

Segundo Pimentel, essa conquista é fruto da solicitação feita pelo ex-prefeito Lula Sampaio e pela vereadora Camilla Sampaio, a quem ele também disse ser grato.

“O investimento do deputado Lucas Ramos será fundamental para fortalecer a saúde do nosso povo, sobretudo o serviço do TFD. Obrigado, deputado Lucas, por sua atenção e compromisso com Araripina!”, disse Pimentel.

Sertão do Araripe recebe oficina “Como vender para o Programa Nacional de Alimentação Escolar” Pnae

Foto: divulgação

Atenção agricultor Familiar, participe da oficina “Como vender para o Programa Nacional De Alimentação Escolar” Pnae, que acontecerá nas cidades de Ouricuri, 31/05 / Araripina, 03/06 / Exú, 04/06 / Bodocó, 05/06.

O evento é uma realização da empresa Gr Marketing E Eventos, com patrocínio do Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento E Assistência Social, Família E Combate À Fome.

Inscreva-se na Secretaria de Agricultura do seu município ou pelo site www.grmarketing.com.br. Mais informações no Whatsapp: (88) 99205.7556.