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Governo envia policiais para fiscalizar cumprimento de quarentena mais rígida em Araripina e Ouricuri

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Foto: reprodução

Com a implantação da quarentena mais rígida em Araripina e Ouricuri no Sertão, a partir desta sexta (7), a Secretaria de Defesa Social leva policiais até as duas cidades para reforçar a fiscalização. O objetivo é conscientizar as pessoas sobre as medidas de prevenção à Covid-19 e o cumprimento do decreto que determinou o fechamento de atividades não-essenciais até 16 de agosto.

“O objetivo inicial é conscientizar para que as pessoas usem as máscaras e obedeçam às regras estabelecidas nessa quarentena. Supermercados, farmácias, padarias e instituições bancárias continuam funcionando, mas o que não é essencial deve permanecer fechado”, afirmou o secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua.

Ainda de acordo com o titular da pasta, estão previstos mais de 300 plantões extras de policiais nos dois municípios, reforçando o trabalho feito por órgãos municipais como o Procon, a Secretaria de Saúde e a Guarda Municipal.

Também segundo o secretário, cada um dos dois municípios deve contar com dois bloqueios nas vias de entrada e saída das cidades. “O objetivo é evitar essa circulação de pessoas que não têm atividade essencial nos municípios”, disse.

Em entrevista a TV Globo NE na quinta-feira (6), o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel (PSL), contou que a eficácia dessa ação seria avaliada, já que “o município tem dezenas de acessos, e isso dificulta muito para que [a implantação de bloqueios] se torne eficaz”.

Antônio de Pádua informou, ainda, que a fiscalização deve ocorrer não só no Centro do município, mas também na zona rural, já que, segundo o prefeito de Araripina, o comércio de bebidas alcoólicas foi suspenso na cidade devido à  existência de festas clandestinas em regiões mais afastadas.

“Eventualmente, se houver descumprimento, pessoas poderão ser conduzidas à delegacia, mas nosso objetivo é sempre conscientizar e orientar que as pessoas permaneçam em casa. Se os comércios que não estão autorizados a funcionar insistirem, aí sim será preciso utilizar da força necessária, mas o objetivo é sempre conscientizar”, explicou. (G1)

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