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O que Obama e Amado Batista tem em comum?

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Foto: reprodução

Por Magno Martins

O cantor Amado Batista, que ontem voltou a recepcionar o presidente Bolsonaro numa chácara em Goiás, reagiu com ironia em relação à ameaça de ser processado pela presidente do PT, Gleisi Hoffman, por ter chamado o ex-presidente Lula de ladrão. “Se realmente isso ocorrer, vou recorrer a Barack Obama para me auxiliar na defesa”, disse o maior fenômeno musical do País, que já bateu o rei Roberto Carlos em venda de discos.

A declaração de Amado Batista foi repassada ao blog por uma relevante fonte que esteve com ele recentemente. A entrevista do cantor irritou profundamente a cúpula do PT, Lula e seus asseclas. É um dos assuntos mais comentados nas rodas políticas do Congresso, na Esplanada dos Ministérios e no coração do poder, o Palácio do Planalto. A mídia nacional, em quase sua totalidade, reproduziu trechos e o áudio que foi ao ar no Frente a Frente pela Rede Nordeste de Rádio.

Não se sabe quando, mas Barack Hussein Obama, ex-presidente americano, declarou em seu livro de memórias (Uma Terra Prometida), que tinha conhecimento de suspeitas de corrupção bilionárias no governo do corrupto e lavador de dinheiro, Lula da Silva, a quem, certa vez, tadinho, chamou de “o cara”.

Antes tarde do que nunca, né? Mas Obama que não venha, agora, posar de ludibriado, pois não é. Seria impossível que o presidente dos EUA, simplesmente a maior potência econômica e militar do planeta, não soubesse de todos os mega esquemas de propina que abasteciam a cleptocracia lulopetista.

O democrata escreveu sobre o presidiário (provisoriamente em liberdade, por conta e graça de seis ministros do STF): “Ex-líder sindical grisalho e cativante (eu: quase todo criminoso é cativante), com uma passagem pela prisão por protestar contra o governo militar (eu: prisão de um mês), e eleito em 2002”.

E continuou, Obama: “Constava também que tinha os escrúpulos de um chefão do Tammany Hall (organização política criminosa que dominou Nova Iorque por 200 anos), e circulavam boatos (eu: boatos??) de clientelismo governamental, negócios por baixo do pano e propinas na casa dos bilhões”.

Ataque na Globo – Obama deu declarações também no programa de Pedro Bial, na TV Globo. Afirmou: “Soube dos relatos de corrupção que surgiram e que afetaram o sistema brasileiro. Na época, quando falei que Lula era o cara, não sabia de todos esses problemas envolvendo-o com corrupção. Acho que o dom que o Lula tinha ao se conectar com o povo brasileiro e o progresso econômico que realmente aconteceu, quando ele tirou as pessoas da pobreza naquela época, são coisas que não podem ser negadas, mas são coisas que tento fazer no livro, descrever as complexidades de todas as figuras, inclusive de Lula”.

 

 

 

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