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Supersalários: Gilmar critica a ‘aristocracia togada’ brasileira

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Gilmar critica supersalários e privilégios no Poder Judiciário

Diário do Poder / Foto: reprodução

O ministro Gilmar Mendes não foge de polêmicas. Ele destacou ontem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de abrir mão de reajuste salarial, neste momento de crise tão grave, e afirmou que o Judiciário e o setor público “precisam ter um encontro com a realidade”. Ele citou vários casos de ganhos salariais abusivos em tribunais e no ministério público e disse que se criou no Brasil “um tipo de aristocracia togada”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Gilmar disse ter sido informado de que no Tribunal de Justiça de São Paulo, não há desembargador ganhando menos de R$70 mil líquidos.

Outro abuso citado por Gilmar Mendes foi a criação, em Cuiabá, de um “auxílio técnico” de R$14 mil para procuradores comprarem livros.

O ministro Gilmar acha que esse enfrentamento deve ser feito no plano federal: “Os Estados não têm força para lutar contra esses privilégios”.

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